Poetas, artistas e mediadores
Achiles Luciano

Achiles Luciano nasceu em São Paulo. É artista visual e multimídia, com pesquisa focada na cultura afro-brasileira. Sua atuação abrange pintura, ilustração digital, design gráfico, edição de vídeo, motion graphics e projeções urbanas.
Alberto Martins

Alberto Martins nasceu em 1958, em Santos (sp). É escritor e artista plástico. Publicou os romances A história dos ossos (2005), vencedor do Prêmio Portugal Telecom, Lívia e o cemitério africano (2013), Prêmio apca de Melhor Romance do Ano, e a novela Violeta (2023), todos pela Editora 34. Em poesia, publicou, entre outros, Cais (Editora 34, 2002), Em trânsito (Companhia das Letras, 2010), Boris e Marina (Companhia das Letras, 2025) e Caderno de lascas (Círculo de Poemas, 2026).
Alice Sant'Anna

Alice Sant’anna nasceu no Rio de Janeiro, em 1988. Poeta e editora, é autora de Dobradura (7Letras, 2008), Rabo de baleia (Cosac Naify, 2013), vencedor do Prêmio apca na categoria Poesia, Pé do ouvido (Companhia das Letras, 2016) e Acrobata (Companhia das Letras, 2024). Seus livros foram publicados também nos Estados Unidos e no Chile. Em Portugal, os volumes foram reunidos em Aula de natação (Imprensa Nacional Casa da Moeda, 2018).
Amara Maoira

Amara Moira nasceu em Campinas (sp), em 1985. É escritora, travesti, feminista, doutora em Teoria e Crítica Literária pela Universidade Estadual de Campinas e autora, entre outros livros, de E se eu fosse puta? (n-1 Edições, 2023) e Neca: um romance em bajubá (Companhia das Letras, 2024). Foi coordenadora do Museu da Diversidade Sexual e traduziu o livro Chuva dourada sobre mim (Diadorim Editora, 2024), da travesti argentina Naty Menstrual.
Ana Frango Elétrico

Ana Frango Elétrico nasceu no Rio de Janeiro, em 1997. É artista visual, cantore, compositore, produtore musical e escritore. Lançou os álbuns Mormaço queima (2018), Little electric chicken heart (Risco, 2019), vencedor do Prêmio apca de Revelação Musical, e Me chama de gato que sou sua (2023), Prêmio apca de Melhor Álbum do Ano e do Prêmio da Música Brasileira de Melhor Álbum de Rock. Publicou o livro Escoliose: paralelismo miúdo (Garupa, 2020).
Angélica Freitas

Angélica Freitas é poeta e tradutora. Nasceu em Pelotas (rs), em 1973. Publicou os livros Rilke shake (Cosac Naify, 2007; Companhia das Letras, 2021), Um útero é do tamanho de um punho (Cosac Naify, 2012; Companhia das Letras, 2017), Canções de atormentar (Companhia das Letras, 2020) e a plaquete Mostra monstra (Círculo de Poemas, 2025). Sua obra já foi traduzida para o inglês, espanhol, alemão e francês. Como tradutora, verteu para o português obras de Virginia Woolf, César Aira, Susana Thénon, Adrienne Rich e Katharina Volckmer.
Ave Terrena

Ave Terrena nasceu em São Paulo. É dramaturga, diretora teatral e poeta. Escreveu as peças O corpo que o rio levou (2017), As 3 uiaras de SP City (2018), E lá fora o silêncio (2022) e Mural da memória (2025), além do livro de poemas Segunda queda (Editora Kazuá, 2018). É professora da Escola Livre de Teatro de Santo André e integra o grupo labtd (Laboratório de Técnica Dramática).
BUHR

BUHR nasceu em Salvador em 1974 e foi criada no Recife. É cantora, compositora, atriz, artista visual e escritora. Lançou os álbuns Eu menti pra você (2010), Longe de onde (2011), Selvática (2015) e Desmanche (2019), além dos livros Desperdiçando rima (Rocco, 2015) e Mainá (Todavia, 2022). Como atriz, integrou o Teatro Oficina e trabalhou nos longas Meu nome é Bagdá (2020, direção de Caru Alves de Souza), Lispectorante (2025, direção de Renata Pinheiro) e no curta Velcro (2025, direção Renata Pimentel e Carol Lima).
Cida Pedrosa

Cida Pedrosa nasceu em Bodocó (pe), em 1963. É poeta, feminista, advogada de direitos humanos e vereadora de Recife. Entre seus livros estão As filhas de Lilith (Calibán, 2009), Claranã (Confraria do Vento, 2015), Solo para vialejo (Cepe, 2019), vencedor do Prêmio Jabuti nas categorias Poesia e Livro do Ano, e Araras vermelhas (Companhia das Letras, 2022), vencedor do Prêmio apca na categoria Poesia. Em 2024, recebeu o Prêmio Literário Guerra Junqueiro Lusofonia, em Portugal, pelo conjunto de sua obra.
Dalila Teles Veras

Dalila Teles Veras nasceu em Portugal, em 1946, e vive no Brasil desde a infância. É escritora, editora, ativista cultural e Doutora Honoris Causa pela Universidade Federal do abc. Publicou livros de poesia, crônicas, ensaios, diários, sendo os mais recentes Fuga e urgências (Alpharrabio, 2022), Opções para morrer no espaço (Patuá, 2024) e Ínsulas (Círculo de Poemas, 2026).
Dirceu Villa

Dirceu Villa nasceu em São Paulo, em 1975. É poeta, tradutor, professor e doutor em Estudos Linguísticos e Literários pela Universidade de São Paulo. É autor, entre outros, de Descort (Hedra, 2003), Icterofagia (Hedra, 2008), Couraça (Laranja Original, 2020) e Ciência nova (Laranja Original, 2022). Já traduziu obras de autores como Joseph Conrad, Ezra Pound, Mairéad Byrne, H. P. Lovecraft e Jean Cocteau.
Egana Djabbarova

Egana Djabbarova nasceu em 1992, na Rússia, é de origem azerbaijana e atualmente vive em Hamburgo, na Alemanha. É escritora, pesquisadora e professora de literatura russa e de russo como língua estrangeira. Autora de três livros de poesia, no Brasil tem publicada a antologia Rus bala (Ars et Vita, 2025, tradução de Maria Vragova e Prisca Agustoni).
Eileen Myles

Eileen Myles nasceu em Cambridge, Massachusetts, Estados Unidos, em 1949. É poeta, romancista e jornalista especialista em arte. Publicou mais de vinte livros entre poesia, ficção, não ficção e dramaturgia, como Not me (Semiotext(e), 1991), Cool for you (a novel) (Faux Press, 2000; Soft Skull, 2017), Inferno (a poet’s novel) (OR Books, 2010) e Afterglow (a dog memoir) (Grove Press, 2017). No Brasil, estão publicados dois títulos de sua autoria: a coletânea de poemas Por qual árvore espero (Edições Jabuticaba, tradução de Cesare Rodrigues, Camila Assad e Mariana Ruggieri) e o romance Chelsea girls (Todavia, tradução de Bruna Beber), ambos de 2019.
Fernanda Mena

Fernanda Mena nasceu em São Paulo. É jornalista e roteirista, mestre em Sociologia e Direitos Humanos pela London School of Economics and Political Science e doutora em Relações Internacionais pela Universidade de São Paulo. Repórter especial da Folha de S.Paulo, é autora do podcast Cara Pessoa, sobre direitos humanos; e de reportagens sobre temas como segurança pública, desigualdade, diversidade e cultura. Foi editora da Ilustrada e do suplemento jovem Folhateen, além de integrar as equipes da revista piauí, do Fantástico, da tv Globo e do uol.
Flora Lahuerta

Flora Lahuerta nasceu em São Paulo, em 1983. Poeta, pesquisadora e produtora cultural, é mestre em Geografia Humana pela Universidade de São Paulo e autora do livro Língua solta (Urutau, 2023). Atualmente vive e trabalha em Lisboa, onde organiza eventos culturais; é a responsável pela produção da seção folio Mais do Festival Literário Internacional de Óbidos.
Francesca Cricelli

Francesca Cricelli nasceu em Ribeirão Preto (sp), em 1982. Doutora em Literaturas Estrangeiras pela Universidade de São Paulo, é poeta, tradutora e pesquisadora. Em poesia, publicou Repátria (Demônio Negro, 2015), Errância (Macondo, 2019) e Inventário (Nós, 2024). Traduziu a antologia de poemas do chileno Raúl Zurita para o português, além de obras de ficção de autoras italianas como Elena Ferrante, Igiaba Scego, Paola Masino e Alba de Céspedes.
Guilherme Gontijo Flores

Guilherme Gontijo Flores nasceu em Brasília, em 1984. É poeta, tradutor e professor na Universidade Federal do Paraná. Em poesia, publicou, entre outros livros, carvão : : capim (Editora 34, 2018), Potlatch (Todavia, 2022), Ranho e sanha (Círculo de Poemas, 2024) e Panapaná (Ars et Vida, 2025), além do romance História de Joia (Todavia, 2019) e do ensaio Tradução-Exu (Relicário, 2022, em parceria com André Capilé). Traduziu obras de Robert Burton, François Rabelais, Sexto Propércio, Safo, entre outros.
Henrique Marques Samyn

Henrique Marques Samyn nasceu no Rio de Janeiro, em 1980. É escritor, pesquisador e professor na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, onde coordena o projeto LetrasPretas. Publicou os livros de poemas Levante (Jandaíra, 2020) e Anastácia e a máscara (Malê, 2024), além do romance Uma temporada no inferno (Malê, 2022).
Jess Oliveira

Jess Oliveira nasceu em 1989. É poeta, tradutora, crítica literária e professora na Universidade Federal da Bahia. Doutora em Literatura e Cultura, pesquisa literatura e outras artes de autoria negra, com foco no contexto alemão, além de integrar o Cocoruto Art Duo, coletivo de cotradução, coescrita e experimentação audiovisual. Traduziu obras de Christina Sharpe, Grada Kilomba, Karl Alfred Loeser, May Ayim, Josephine Apraku, Dionne Brand e bell hooks, entre outras autorias.
Joca Reiners Terron

Joca Reiners Terron nasceu em Cuiabá (mt), em 1968. É escritor e tradutor. Em poesia, publicou Eletroencefalodrama (Ciência do Acidente, 1998), Animal anônimo (Ciência do Acidente, 2022) e Mapa desbotado pelo sol (Sorte & Azar S/A, 2024). Escreveu, entre outros romances, Do fundo do poço se vê a lua (Companhia das Letras, 2010), vencedor do Prêmio Machado de Assis da Biblioteca Nacional e Onde pastam os minotauros (Todavia, 2023), Prêmio apca de Melhor Romance. Já traduziu obras de autores como Samanta Schweblin, Camila Sosa Villada, Roberto Bolaño e Mario Levrero.
Juliana Perdigão

Juliana Perdigão nasceu em Belo Horizonte, em 1979. É compositora, cantora, musicista, produtora, performer e artista sonora. Seu trabalho artístico explora conexões entre som, palavra e performance. Lançou cinco discos, Álbum desconhecido (2011), Ó (2016), Folhuda (2019), Dúvidas (2020) e Machamba (2026).
Lahya Aukongo

Lahya Aukongo é uma artista namibiana, nascida em Berlim Oriental, em 1978. É escritora, poeta, fotógrafa, curadora, ativista, artista interseccional e curadora do evento mensal de poesia One World Poetry Night, realizado em Berlim. É autora, entre outros livros, de Kalungas kind (Rowohlt, 2009), Buchstabengerfühle: Eine poetische Einmischung (w_orten & meer, 2018) e Sperrlinein (Edição da autora, 2020). No Brasil, tem publicada a antologia Nada além de flores (Relicário, 2026, tradução de Jess Oliveira e Raquel Alves dos Santos).
Leonarda Glück

Leonarda Glück nasceu em Curitiba (pr), em 1981. É diretora, dramaturga e atriz, graduada em Direção Teatral pela Faculdade de Artes do Paraná e mestra em Artes da Cena pela Escola Superior de Artes Célia Helena. É fundadora da Companhia Silenciosa e do Coletivo Selvática Ações Artísticas e já teve mais de vinte textos seus encenados, entre eles A perfodrama de Leonarda Glück (2016), A mesa (2022), The Mango Tree (2024) e Trava bruta (2025).
Luiza Leite

Luiza Leite nasceu em 1973. É escritora, pesquisadora e editora. Fez mestrado em Antropologia no Museu Nacional – ufrj, doutorado em Literatura Comparada na Universidade do Estado do Rio de janeiro e criou a editora Fada inflada. Publicou, entre outros livros, Rasuras n’água (Azougue, 2002), Cavalo imóvel (Zazie, 2015), Tudo que se aproxima faz um som (Garupa/Kza1, 2021), A superfície dos dias (Círculo de Poemas, 2024) e Adília vai à praia (Fada inflada, 2025).
Luiza Romão

Luiza Romão nasceu em Ribeirão Preto (sp), em 1992. Poeta, atriz e pesquisadora, é formada em Artes Cênicas, mestre e doutoranda em Teoria Literária e Literatura Comparada na Universidade de São Paulo. Autora dos livros Sangria (Selo do Burro, 2017), Também guardamos pedras aqui (Nós, 2021), vencedor do Prêmio Jabuti nas categorias Poesia e Melhor Livro do Ano, e Nadine (Quelônio, 2022).
Mar Becker

Mar Becker nasceu em Passo Fundo (rs), em 1986. É poeta e autora dos livros A mulher submersa (Urutau, 2020), Sal (Assírio & Alvim Brasil, 2022), Cova profunda é a boca das mulheres estranhas (Círculo de Poemas, 2024) e Noite devorada (Círculo de Poemas, 2025), vencedor do Prêmio apca. Suas duas primeiras obras foram publicadas em Portugal no volume Canção derruída (Assírio & Alvim, 2023).
Natasha Felix

Natasha Felix nasceu em Santos (sp), em 1996. É poeta e performer, autora dos livros Use o alicate agora (Macondo, 2018), Inferninho (Círculo de Poemas, 2024) e Três vezes Lázaro (Círculo de Poemas, 2026), além de figurar em diversas antologias e coletâneas. Integra a organização Lastro, que atua em rede a partir do Sul Global nos campos da arte contemporânea.
Negro Leo

Negro Leo nasceu em Pindaré-Mirim (ma), em 1983, e cresceu no Rio de Janeiro. É cantor, compositor, multi-instrumentista, ator e cineasta. Lançou doze álbuns musicais, entre eles Água batizada (2016), Desejo de lacrar (2020) e RELA (2024). Dirigiu o curta Nenhuma fantasia (2021) e codirigiu com Gregório Gananian o longa Aquele que viu o abismo (2024). No teatro, participou do espetáculo Pretoperitamar – O caminho que vai dar aqui (2019), da ópera O café (2022) e integrou a banda da peça Avenida Paulista, da Consolação ao Paraíso (2025), dirigida por Felipe Hirsch.
Paula Abramo

Paula Abramo nasceu na Cidade do México, em 1980. É poeta, tradutora, editora e professora na Universidad Nacional Autónoma de México. É autora do livro Fiat Lux (Fondo Editorial Tierra Adentro, 2012), publicado também na Argentina (2020), nos Estados Unidos (2022) e no Brasil (Editora 34, 2026), com tradução de Gustavo Pacheco. Edita, junto com os poetas mexicanos Minerva Reynosa e Efraín Velasco Sosa, o fanzine Muiraquitã: Proyecto Fanzinero de Poesía.
Paulo Henriques Britto

Paulo Henriques Britto nasceu no Rio de Janeiro, em 1951. Escritor, tradutor e professor de literatura e tradução na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, tornou-se membro da Academia Brasileira de Letras em 2025. Em poesia, publicou oito livros, entre eles Formas do nada (2012), Nenhum mistério (2018), Fim de verão (2022) e Embora (2026), todos pela Companhia das Letras. Traduziu mais de 120 livros do inglês, de autores como James Baldwin, Virginia Woolf, Wallace Stevens, Elizabeth Bishop e Frank O’Hara.
Paulo Werneck

Paulo Werneck, editor, jornalista e tradutor literário, é diretor de redação da revista Quatro Cinco Um.
Prisca Agustoni

Prisca Agustoni nasceu em Lugano, Suíça, em 1975, e vive no Brasil desde 2002. É poeta, tradutora, crítica literária e professora de literatura e criação literária na Universidade Federal de Juiz de Fora. Entre suas publicações mais recentes estão O mundo mutilado (Quelônio, 2020), O gosto amargo dos metais (7Letras, 2022), vencedor do Prêmio Cidade de Belo Horizonte e do Prêmio Oceanos na categoria Poesia, além de Quimera (Círculo de Poemas, 2025).
Raúl Zurita

Raúl Zurita nasceu em Santiago, Chile, em 1950. É poeta, crítico literário e foi professor em seu país natal e nos Estados Unidos. É autor de Purgatorio (Editorial Universitaria, 1979), Anteparaiso (Editores Asociados, 1982) e Canto a su amor desaparecido (Editorial Universitaria, 1985), entre outros títulos. O título mais recente de poemas inéditos é Zurita (Ediciones UDP, 2011). Por sua produção, recebeu o Prêmio Pablo Neruda e o Reina Sofía de Poesía Iberoamericana. No Brasil, foi publicada a antologia Sua vida quebrando-se (Círculo de Poemas, 2026, tradução de Francesca Cricelli).
Ricardo Domeneck

Ricardo Domeneck nasceu em Bebedouro (sp), em 1977. É escritor e tradutor. Entre suas obras estão Cigarros na cama (Berinjela/Modo de Usar & Co., 2011), Medir com as próprias mãos a febre (7Letras, 2015), Cabeça de galinha no chão de cimento (Editora 34, 2023), vencedor do Prêmio Jabuti e do Prêmio Alphonsus de Guimaraens, Memorando: Maximin (Ercolano, 2026) e A cidadania das bonecas de pano (Ars et Vita, 2026). Coeditou a revista modo de usar & co. (2007-2017) e atualmente edita a revista Peixe-boi. Também tem livros publicados na Holanda, na Espanha, nos Estados Unidos e na Alemanha, onde vive desde 2002.
Romulo Alexis

Romulo Alexis é músico, compositor, produtor cultural, educador e videoartista. Mestre em musicologia pela Universidade de São Paulo, pesquisa performances sonoras negras no doutorado. Atuou como programador de música no Sesc São Paulo, sendo curador do Festival Preta Jazz da Feira Preta, e como diretor musical do África em Nós, realizado pelo Instituto Moreira Salles e pela Feira Preta.
Schneider Carpeggiani

Schneider Carpeggiani nasceu em Recife (pe), em 1977. É jornalista, editor, crítico literário e doutor em Teoria Literária pela Universidade Federal de Pernambuco. Foi editor do Suplemento Pernambuco, curador da Bienal do Livro da Bahia e da Bienal do Livro de Pernambuco. Atualmente é editor no Grupo Autêntica.
Sylvio Fraga

Sylvio Fraga nasceu no Rio de Janeiro, em 1986. É poeta, compositor, mestre em poesia pela Universidade de Nova York e diretor artístico da gravadora Rocinante. É autor dos livros Entre árvores (Bem-Te-Vi, 2011), Madonna del Prato (7Letras, 2014), Cardume (7Letras, 2015) e Quero-Quero na várzea (Todavia, 2022) e lançou os álbuns músicas Rosto (2013), Cigarra no trovão (2015), Canção da cabra (com Letieres Leite, 2019), Robalo nenhum (2022) e Mocofaia (em parceria com Luizinho do Jêje e Marcelo Galte, 2024).
Tarso de Melo

Tarso de Melo nasceu em Santo André (sp), em 1976. É poeta, editor e doutor em Filosofia do Direito pela Universidade de São Paulo. É autor de Íntimo desabrigo (Alpharrabio/Dobradura Editorial, 2017), Rastros: antologia poética 1999-2018 (Martelo Casa Editorial, 2019), As formas selvagens da alegria (Alpharrabio, 2022) e do livro de ensaios Música do mundo (Fósforo, 2026). É editor do Círculo de Poemas.
Tatiana Faia

Tatiana Faia nasceu em Portugal, em 1986, e vive e trabalha em Oxford, na Inglaterra. É escritora, tradutora, editora e doutora em Literatura Grega Antiga. Em poesia, publicou Lugano (Artefacto, 2011), Teatro de rua (do lado esquerdo, 2013), Um quarto em Atenas (Tinta-da-China, 2018), Leopardo e Abstracção (Fresca, 2020) e Adriano (não (edições), 2022), além do livro de contos São Luís dos portugueses em chamas e outros textos (Enfermaria 6, 2016). No Brasil, foram publicados Um quarto em Atenas (Edições Macondo, 2019) e Adriano (Editora 34, 2026).
Tatiana Nascimento

Tatiana Nascimento nasceu em Brasília, em 1981. É cantora, compositora, escritora, tradutora e editora na padê editorial. Publicou, entre outros livros, Um ebó di boca y outros [silêncios] (Peirópolis, 2023), Três tigres tortas (Amarcord, 2023) e Água de maré (Pallas, 2025). Em 2024 lançou o álbum Meio beat meio banzo.