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Na vitrine


presencial

Escrever é um ato político

com Adilson Zambaldi e Maria Fernanda Elias Maglio

 

Mediação Renata Fiorenzano

19/05, às 19h00
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presencial

Erva Brava

Paulinny Tort conversa com Heloisa Jahn

 

Mediação Rita Mattar

21/05, às 11h00
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presencial

Performances do tempo espiralar

Leda Maria Martins conversa com Dione Carlos, Grace Passô e Lucelia Sergio

 

Mediação José Fernando Peixoto Azevedo

25/05, às 19h00
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Salvador

Do Rio Vermelho ao Pelourinho, do Farol da Barra a Ondina. Salvador é assim: uma cidade cheia de história e de gente. Berço da vanguarda musical, poética e cinematográfica do país, a primeira capital do Brasil é superlativa no que produz. Olhemos para Salvador, ou, na gíria local, “ó paí”.

Rússia

Tudo é superlativo na Rússia: maior país do mundo em extensão longitudinal, ela tem 11 fusos horários diferentes, o maior rio da Europa (o Volga) e o maior lago (o Ladoga). Dos clássicos aos contemporâneos, apresentamos uma seleção que é como uma matrioska: você abre e vem mais, e mais.

Nova York

Nova York é tão conhecida que mesmo quem nunca pôs os pés em suas ruas conhece o Harlem, a Broadway ou o Central Park. Poderíamos ficar aqui as 10 horas de duração de um voo de SP a NY e ainda assim não esgotaríamos os contos, poemas, HQs, romances, fotolivros, ensaios que têm a cidade como cenário!

México

Nosso novo destino é o “hermano” mais ao norte, o México. Sempre lembrado por aqui no Brasil como o palco do tri mundial e de vez em quando pela pimenta, pela tequila e pelo mescal, hoje será também por algo que não fica nada atrás desses outros feitos, muito pelo contrário: sua literatura.

Cuba

Essa pequena ilha caribenha a 77 km do Haiti e a 150 km dos EUA, e que ocupa corações e mentes há tantos anos, é o próximo destino da nossa série Volta ao Mundo: “De Alto Cedro voy para Marcané/ Llego a Cueto y voy para Mayarí”, cantava Compay Segundo. Sim, nós vamos pra Cuba!

Djaimilia Pereira de Almeida

Djaimilia compartilha uma seleção de livros breves (seus preferidos tanto para ler como para escrever) cujos narradores apresentam certa dose de “tragédia apaixonada”. Livros que marcaram a escritora de diferentes formas em fases diversas da vida e que influenciaram seu modo de compreender a escrita.

Paulo Scott

Os livros que formaram Paulo Scott debatem questões da existência – A náusea, de Jean-Paul Sartre, por exemplo, é descrito como o livro de sua vida. Além desse, há em sua lista obras de Albert Camus, Jean Genet e Graciliano Ramos, para não falar no clássico Os ratos, de seu conterrâneo Dyonélio Machado, e no enorme sucesso Um defeito de cor, de Ana Maria Gonçalves.

Marilene Felinto

Na lista da autora de As mulheres de Tijucopapo, prevalecem os títulos em que sobressaem a crítica social e a de costumes – de Eça de Queiroz a D.H. Lawrence –, marcas também fortes em sua produção literária.

Pablo Katchadjian

Clássicos ou contemporâneos, o argentino aponta uma série de títulos que para ele se destacam seja pela afinidade pessoal que tem com seus autores, como A débil mental, de Ariana Harwicz, seja por especificidades da escrita, como Michael Kohlhaas, de Heinrich von Kleist.

Tati Bernardi

Os livros escolhidos por Tati Bernardi são obras que ajudaram a destravar seu estilo e a entender como ela queria escrever. Clássicos como O complexo de Portnoy, de Philip Roth, e o Quarteto Bandini, de John Fante, dividem espaço com os contemporâneos Bill Clegg e Cristóvão Tezza.

Paulo Roberto Pires

Os livros de formação de Paulo Roberto Pires estão carregados de memórias afetivas e, em alguns casos, misturam experiências profissionais e pessoais. Em comum, compartilham o fato de terem sido lidas e relidas ao longo dos anos.

Maria Ribeiro

A relação de Maria Ribeiro com os livros é essencialmente familiar. Sua mãe, leitora voraz, era quem a estimulava a ler quando criança. Em sua lista há literatura infantil e juvenil, romances de formação e uma obra que a encorajou a escrever.

Kiusam de Oliveira

Os livros lembrados por Kiusam como aqueles que a formaram ajudam a contar tanto seu processo de valorização da identidade quanto sua trajetória como ativista do movimento negro, professora, pesquisadora e divulgadora da cultura afro-brasileira.

Bob Wolfenson

Bob Wolfenson, que acaba de completar 50 anos de carreira, escolhe livros de grandes fotógrafos que, assim como ele, transitam entre o campo da moda, do retrato e do registro documental, inovando a linguagem e propondo novos olhares para o mundo.