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16/08, às 19h00
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Arqueologia de um ator

Marcelo Lazzaratto conversa com Welington Andrade

Leitura de Carolina Fabri e Helô Cintra Castilho

18/08, às 19h00
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Arqueologia de um ator

Marcelo Lazzaratto conversa com Welington Andrade

Leitura de Carolina Fabri e Helô Cintra Castilho

18/08, às 19h00
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Paulo Nazareth

As leituras que mais atraem o artista mineiro apresentam características e exploram assuntos com os quais ele se identifica e que frequentemente aparecem em suas obras: o ir e vir de personagens errantes cruzando fronteiras e os fantasmas que os assombram ao longo do caminho, histórias atravessadas por outras histórias e pela História, narrativas que expõem estruturas sociais, políticas e afetivas.

Djaimilia Pereira de Almeida

Djaimilia compartilha uma seleção de livros breves (seus preferidos tanto para ler como para escrever) cujos narradores apresentam certa dose de “tragédia apaixonada”. Livros que marcaram a escritora de diferentes formas em fases diversas da vida e que influenciaram seu modo de compreender a escrita.

Paulo Scott

Os livros que formaram Paulo Scott debatem questões da existência – A náusea, de Jean-Paul Sartre, por exemplo, é descrito como o livro de sua vida. Além desse, há em sua lista obras de Albert Camus, Jean Genet e Graciliano Ramos, para não falar no clássico Os ratos, de seu conterrâneo Dyonélio Machado, e no enorme sucesso Um defeito de cor, de Ana Maria Gonçalves.

Marilene Felinto

Na lista da autora de As mulheres de Tijucopapo, prevalecem os títulos em que sobressaem a crítica social e a de costumes – de Eça de Queiroz a D.H. Lawrence –, marcas também fortes em sua produção literária.

Pablo Katchadjian

Clássicos ou contemporâneos, o argentino aponta uma série de títulos que para ele se destacam seja pela afinidade pessoal que tem com seus autores, como A débil mental, de Ariana Harwicz, seja por especificidades da escrita, como Michael Kohlhaas, de Heinrich von Kleist.

Tati Bernardi

Os livros escolhidos por Tati Bernardi são obras que ajudaram a destravar seu estilo e a entender como ela queria escrever. Clássicos como O complexo de Portnoy, de Philip Roth, e o Quarteto Bandini, de John Fante, dividem espaço com os contemporâneos Bill Clegg e Cristóvão Tezza.

Paulo Roberto Pires

Os livros de formação de Paulo Roberto Pires estão carregados de memórias afetivas e, em alguns casos, misturam experiências profissionais e pessoais. Em comum, compartilham o fato de terem sido lidas e relidas ao longo dos anos.

Kiusam de Oliveira

Os livros lembrados por Kiusam como aqueles que a formaram ajudam a contar tanto seu processo de valorização da identidade quanto sua trajetória como ativista do movimento negro, professora, pesquisadora e divulgadora da cultura afro-brasileira.

Bob Wolfenson

Bob Wolfenson, que acaba de completar 50 anos de carreira, escolhe livros de grandes fotógrafos que, assim como ele, transitam entre o campo da moda, do retrato e do registro documental, inovando a linguagem e propondo novos olhares para o mundo.

Maria Ribeiro

A relação de Maria Ribeiro com os livros é essencialmente familiar. Sua mãe, leitora voraz, era quem a estimulava a ler quando criança. Em sua lista há literatura infantil e juvenil, romances de formação e uma obra que a encorajou a escrever.

Salvador

Do Rio Vermelho ao Pelourinho, do Farol da Barra a Ondina. Salvador é assim: uma cidade cheia de história e de gente. Berço da vanguarda musical, poética e cinematográfica do país, a primeira capital do Brasil é superlativa no que produz. Olhemos para Salvador, ou, na gíria local, “ó paí”.

Rússia

Tudo é superlativo na Rússia: maior país do mundo em extensão longitudinal, ela tem 11 fusos horários diferentes, o maior rio da Europa (o Volga) e o maior lago (o Ladoga). Dos clássicos aos contemporâneos, apresentamos uma seleção que é como uma matrioska: você abre e vem mais, e mais.

Nova York

Nova York é tão conhecida que mesmo quem nunca pôs os pés em suas ruas conhece o Harlem, a Broadway ou o Central Park. Poderíamos ficar aqui as 10 horas de duração de um voo de SP a NY e ainda assim não esgotaríamos os contos, poemas, HQs, romances, fotolivros, ensaios que têm a cidade como cenário!

México

Nosso novo destino é o “hermano” mais ao norte, o México. Sempre lembrado por aqui no Brasil como o palco do tri mundial e de vez em quando pela pimenta, pela tequila e pelo mescal, hoje será também por algo que não fica nada atrás desses outros feitos, muito pelo contrário: sua literatura.

Cuba

Essa pequena ilha caribenha a 77 km do Haiti e a 150 km dos EUA, e que ocupa corações e mentes há tantos anos, é o próximo destino da nossa série Volta ao Mundo: “De Alto Cedro voy para Marcané/ Llego a Cueto y voy para Mayarí”, cantava Compay Segundo. Sim, nós vamos pra Cuba!