A COR DA DEMANDA
- Autor(a): Ele Semog e Abidas Nascimento
- Editora: Malê
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AUTOR: Semog, Éle
ISBN: 9788592736255
ANO DE EDIÇÃO: 2018
PÁGINAS: 180
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.4
PESO: 241G
ISBN: 9788592736255
ANO DE EDIÇÃO: 2018
PÁGINAS: 180
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.4
PESO: 241G
As muitas mulheres negras presentes no romance água de barrela, de eliana alves cruz encontram no lavar, passar, enxaguar e quarar das roupas das patroas e sinhás brancas um modo de sobrevivência em quase trezentos anos de história, desde o brasil na época da colônia até o início do século xx. O título do romance remete a esse procedimento utilizado por essas mulheres negras de diferentes gerações e que garantiu o sustento e a existência de seus filhos e netos em situações de exploração, miséria e escravidão. A narrativa inicia-se com a comemoração do aniversário de umas das personagens após viver um século de muitas lutas, perdas, alegrias, tristezas e principalmente resiliência. Damiana, personagem central para a narrativa, cansada das batalhas constante e ininterruptamente travadas pela liberdade, se vê rodeada por sua família e se recorda dos tempos de lavadeira.
do sequestrado, como dito no poema Na boca do povo, “Dizem de mim infernos. Só não falam de mim, o céu que me querem tomar.” O olhar do poeta, nesta coletânea, é quase sempre voo rasante sobre as superfícies da vida, quase as toca, segue livre; em alguns momentos mira a África, estrela iluminada na consciência afro-brasileira, “Como é bom poetar desde lá d’África. Não há griot que esqueça! Não há sorte que arrefeça!”. Dos múltiplos pontos de observação transformados em poesia, Semog mantem-se firme em impregnar o livro da sua existência de lutas, lutos e vitórias.?
do sequestrado, como dito no poema Na boca do povo, “Dizem de mim infernos. Só não falam de mim, o céu que me querem tomar.” O olhar do poeta, nesta coletânea, é quase sempre voo rasante sobre as superfícies da vida, quase as toca, segue livre; em alguns momentos mira a África, estrela iluminada na consciência afro-brasileira, “Como é bom poetar desde lá d’África. Não há griot que esqueça! Não há sorte que arrefeça!”. Dos múltiplos pontos de observação transformados em poesia, Semog mantem-se firme em impregnar o livro da sua existência de lutas, lutos e vitórias.?
TEMPORADA NO INFERNO
TEMPORADA NO FUTURO
TEMPORADA CONTRA TIRANIA