A frase urbana
- Autor(a): Bailly, Jean-Christophe
- Editora: Bazar do Tempo
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AUTOR: JEAN-CHRISTOPHE BAILLY
ISBN: 9786586719413
ANO DE EDIÇÃO: 2021
PÁGINAS: 250
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: -1 X -1
PESO: 297G
ISBN: 9786586719413
ANO DE EDIÇÃO: 2021
PÁGINAS: 250
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: -1 X -1
PESO: 297G
A obra do filósofo, crítico e ensaísta francês Jean-Christophe Bailly, um dos mais importantes intelectuais da atualidade, se distingue especialmente pela capacidade de abrir perspectivas e de articular conexões interrogando os modos de existência sensível das coisas inanimadas e dos viventes, as experiências de partilha e de separação da vida em comum, e dando especial atenção à leitura dos signos que se depositam e se propagam no espaço e no tempo.
Em A frase urbana – ensaios sobre a cidade, Bailly propõe leituras originais de grandes cidades a vilarejos, explorando, através de associações com a “massa de signos” que se apresentam nesses espaços, suas memórias, personagens, artes e objetos. Nessa análise que se constrói caminhando, o autor nos convida a atravessar ruelas e boulevards de Paris, a olhar os tijolos tipográficos do Central Park, em Nova York, a viajar pela história dos azulejos de Lisboa, a se deslumbrar com a composição urbana infinita de Tóquio, a conhecer as casas comunais dos vilarejos da floresta equatorial. “Não, A frase urbana não é obra para especialistas. Ainda que abra para estes grandes frestas, o convite de Bailly é mais generoso e para cada um, para o citadino, para o cidadão que somos todos nós que construímos a cidade como experiência partilhada. Ler a cidade significa reconhecer essa amplitude em sua diversidade e deixar-se impregnar por suas manifestações e relações que, inclusive, a ultrapassam.”– Margareth da Silva Pereira
Em A frase urbana – ensaios sobre a cidade, Bailly propõe leituras originais de grandes cidades a vilarejos, explorando, através de associações com a “massa de signos” que se apresentam nesses espaços, suas memórias, personagens, artes e objetos. Nessa análise que se constrói caminhando, o autor nos convida a atravessar ruelas e boulevards de Paris, a olhar os tijolos tipográficos do Central Park, em Nova York, a viajar pela história dos azulejos de Lisboa, a se deslumbrar com a composição urbana infinita de Tóquio, a conhecer as casas comunais dos vilarejos da floresta equatorial. “Não, A frase urbana não é obra para especialistas. Ainda que abra para estes grandes frestas, o convite de Bailly é mais generoso e para cada um, para o citadino, para o cidadão que somos todos nós que construímos a cidade como experiência partilhada. Ler a cidade significa reconhecer essa amplitude em sua diversidade e deixar-se impregnar por suas manifestações e relações que, inclusive, a ultrapassam.”– Margareth da Silva Pereira
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