A MÃO INVISÍVEL
- Autor(a): Adam Smith
- Editora: Penguin-Companhia
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AUTOR: ADAM SMITH
TRADUÇÃO: PAULO GEIGER
ANO DE EDIÇÃO: 2013
ISBN: 9788563560698
PÁGINAS: 128
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: -1 X -1
PESO: 131G
TRADUÇÃO: PAULO GEIGER
ANO DE EDIÇÃO: 2013
ISBN: 9788563560698
PÁGINAS: 128
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: -1 X -1
PESO: 131G
Em 2007, o Banco da Inglaterra pôs em circulação uma nova série de cédulas de vinte libras estampadas com a efígie de Adam Smith (1723-1790) ao lado da imagem de uma fábrica de pregos do século XVII - fato que dá uma medida do enorme prestígio de que as formulações do filósofo e economista escocês sobre a divisão do trabalho e a liberdade do indivíduo ainda desfrutam na pátria da Revolução Industrial. Ao lado de Shakespeare, Darwin e Newton na seleta galeria de heróis nacionais homenageada pelo Estado britânico nas notas de dinheiro, Smith lançou as bases morais e intelectuais do crescimento econômico e da inovação tecnológica no capitalismo moderno em seu clássico A riqueza das nações (1776). Nos seis capítulos que compõem A mão invisível, extraídos de seu livro mais conhecido, o autor investiga a natureza das trocas comerciais e financeiras e propõe diretrizes para estimular o desenvolvimento das nações por meio do enriquecimento individual dos cidadãos. O pioneiro do liberalismo - d extraídos de seu livro mais conhecido, o autor investiga a natureza das trocas comerciais e financeiras e propõe diretrizes para estimular o desenvolvimento das nações por meio do enriquecimento individual dos cidadãos. O pioneiro do liberalismo - doutrina econômica que preconiza as liberdades de investimento e de comércio, bem como a não intervenção estatal, como pilares do incremento geral da riqueza - detecta no funcionamento natural dos mercados a intervenção autorreguladora de uma “mão invisível” que garantiria o equilíbrio das iniciativas de seus agentes na direção do próprio interesse [self-interest]. Por outro lado, a divisão do trabalho, força propulsora da economia industrial nascida a partir da mundialização dos capitais e da invenção das máquinas a vapor, é apontada como a consequência mais revolucionária da racionalização científica dos esforços produtivos.
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