A MORTE DIFÍCIL
- Autor(a): CREVEL, RENÉ
- Editora: 100/cabeças
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AUTOR: RENÉ CREVEL
TRADUÇÃO: ALEXANDRE BARBOSA DE SOUZA / ALEXANDRE BARBOZA DE SOUZA / BRUNO COSTA
ANO DE EDIÇÃO: 2019
ISBN: 9786581305000
PÁGINAS: 192
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 22.5 X 14.5
PESO: 302G
TRADUÇÃO: ALEXANDRE BARBOSA DE SOUZA / ALEXANDRE BARBOZA DE SOUZA / BRUNO COSTA
ANO DE EDIÇÃO: 2019
ISBN: 9786581305000
PÁGINAS: 192
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 22.5 X 14.5
PESO: 302G
A presente edição da obra de René Crevel reúne o romance “A morte difícil”, os ensaios “O espírito contra a razão” e “Se a morte fosse apenas uma palavra”, o poema em prosa “A ponte da morte”, e, por fim, a resposta do autor à “Enquete sobre o suicídio” publicada na revista “La Révolution Surréaliste”. Os textos apresentam aspectos da literatura-suicida do “senhor de olhos fechados” de um navio em plena tempestade, como André Breton o retratou.A obra “A morte difícil” é o protagonista dessa seleção. Nele, o autor, que esteve entre as testemunhas de surrealismo absoluto no “Primeiro manifesto” (1924), escreve uma das obras mais ousadas de seu tempo, “marcada por uma progressiva expansão dos limites do jogo narrativo, com a dissolução de elementos como o enredo e o avanço na direção de uma prosa reflexiva”, conforme o ensaio-posfácio “O primeiro sonho de arco-íris: entre corpo e desejo – a palavra”, assinado por Marcus Rogério Salgado. A segunda parte apresenta uma reunião de prosas poéticas do autor. São testemunhos de toda uma obra de rebelião contra a sociedade burguesa e literatura em forma onírica, que garantiu ao autor a designação de “o grande teórico do sonho” por Sarane Alexandrian, em “Le surréalisme et le rêve”. Nesta edição, resgata-se a afirmação da escritora Annie Le Brun, de que reeditar René Crevel é ato de “justiça e salubridade”, pois traz a público um autor que encarou por toda sua a vida a morte como “se fosse apenas uma palavra”. Alguém que teve coragem em desafiar os tabus do espírito e do suicídio, que se pergunta “de que vale proteger meus dias da morte?”. Afinal, viu na morte a beleza trágica e inescapável. Não só recusou viver ignorando suas angústias, como as impregnou em sua escrita, conforme aprendeu com outros surrealistas na fusão inseparável da vida com a poesia. Um convite, como “o pavão que anuncia o arco-íris”. A porta está aberta.Tradução: Bruno Costa e Alexandre Barbosa de Souza Posfácio: Marcus Rogério SalgadoNota Biográfica: José Miguel Perez Corrales
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