A PRAÇA DO DIAMANTE
- Autor(a): Mercé Rodoreda
- Editora: Planeta
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AUTOR: Rodoreda, Mercé
ISBN: 9788542217551
ANO DE EDIÇÃO: 2019
PÁGINAS: 256
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 14 X 1.9
PESO: 265G
ISBN: 9788542217551
ANO DE EDIÇÃO: 2019
PÁGINAS: 256
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 14 X 1.9
PESO: 265G
Na Barcelona da década de 1930, Colometa, jovem balconista de uma loja de doces, leva uma vida banal ao lado do pai.
Durante um baile na praça do Diamante, Colometa conhece Quimet, um jovem impetuoso que se tornará seu marido. Comele, tem dois filhos e passa a criar pombos. A Guerra Civil toma de assalto a cidade, e aos poucos o universo de Colometa se desintegra. O marido parte para a luta, a comida acaba e os pombos representam um jugo insuportável.
Num monólogo de profunda densidade psicológica, Mercè Rodoreda contrapõe o sofrimento pessoal de Colometa à dorcoletiva de uma Espanha assolada pela Guerra Civil, exausta e faminta. A suposta ingenuidade da protagonista, sempreà mercê dos acontecimentos e das pessoas ao seu redor, aparece nas entrelinhas de A praça do Diamante, por meiode uma linguagem envolvente, utilizada às vezes em sentido ambíguo, com uma discreta ironia, além de toques decrueldade, agressividade e grande lirismo.“Abrir um romance, ler suas primeiras linhas e já sentir-se levado pela história e pela maneira como ela está sendocontada: esse é um dos itens incontestáveis da minha lista particular de Coisas Mais Prazerosas da Existência.
Quando acontece por acaso, com uma obra sobre a qual sei previamente nada ou quase nada, tanto melhor.
Foi assim com A praça do diamante.” – CAROL BENSIMON, NO BLOG DA TAG
Durante um baile na praça do Diamante, Colometa conhece Quimet, um jovem impetuoso que se tornará seu marido. Comele, tem dois filhos e passa a criar pombos. A Guerra Civil toma de assalto a cidade, e aos poucos o universo de Colometa se desintegra. O marido parte para a luta, a comida acaba e os pombos representam um jugo insuportável.
Num monólogo de profunda densidade psicológica, Mercè Rodoreda contrapõe o sofrimento pessoal de Colometa à dorcoletiva de uma Espanha assolada pela Guerra Civil, exausta e faminta. A suposta ingenuidade da protagonista, sempreà mercê dos acontecimentos e das pessoas ao seu redor, aparece nas entrelinhas de A praça do Diamante, por meiode uma linguagem envolvente, utilizada às vezes em sentido ambíguo, com uma discreta ironia, além de toques decrueldade, agressividade e grande lirismo.“Abrir um romance, ler suas primeiras linhas e já sentir-se levado pela história e pela maneira como ela está sendocontada: esse é um dos itens incontestáveis da minha lista particular de Coisas Mais Prazerosas da Existência.
Quando acontece por acaso, com uma obra sobre a qual sei previamente nada ou quase nada, tanto melhor.
Foi assim com A praça do diamante.” – CAROL BENSIMON, NO BLOG DA TAG
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