AS VITORIOSAS
- Autor(a): LAETITIA COLOMBANI
- Editora: Intrínseca
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AUTOR: LAETITIA COLOMBANI
ISBN: 9786555604658
ANO DE EDIÇÃO: 2022
PÁGINAS: 224
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.3
PESO: 275G
ISBN: 9786555604658
ANO DE EDIÇÃO: 2022
PÁGINAS: 224
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.3
PESO: 275G
Da mesma autora do best-seller A trança, As vitoriosasnarra emocionante história de solidariedade feminina e amizade ambientada emParis.
Ocliente de Solène, uma bem-sucedida advogada parisiense, não dera indício algumde que, ao ouvir sua sentença, atentaria contra a própria vida. Ela tampoucopoderia imaginar que testemunhar a cena causaria o colapso de algo dentro desi. Paralisada, Solène sabe que a base que mantinha sua vida de pé ruiu. Omédico atesta burnoute recomenda: “trabalho voluntário”. Mas, ao mesmotempo que retomar a rotina confortável vivida até então não faz mais sentido,ela não tem ideia de como criar para si uma nova realidade.
Quandoum anúncio inusitado no jornal a leva até o abrigo conhecido como Palais de LaFemme, Solène encontra um grupo diversificado de mulheres, vindas de universosmuito distantes do seu, e, aos poucos, começa a redescobrir um senso depropósito ao dedicar algumas horas semanais à função de escriba: no saguão doPalais, coloca-se à disposição das residentes para redigir cartas. Ela perceberá,no entanto, que, tanto quanto a de escrita, sua habilidade de escuta serácrucial ali.
Assimcomo em seu livro de estreia, A trança, Laetitia Colombani entrelaçavidas de diferentes mulheres, jogando luz sobre graves problemas sociais. Emcapítulos alternados, acompanhamos as trajetórias da fictícia Solène e dapioneira — e verídica — Blanche Peyron, figura-chave do ativismo francês doinício do século XX. Ambas inspiradoras, cada uma à sua maneira, elas aprendeme ensinam a importância da esperança, da solidariedade entre mulheres e daempatia.
Ocliente de Solène, uma bem-sucedida advogada parisiense, não dera indício algumde que, ao ouvir sua sentença, atentaria contra a própria vida. Ela tampoucopoderia imaginar que testemunhar a cena causaria o colapso de algo dentro desi. Paralisada, Solène sabe que a base que mantinha sua vida de pé ruiu. Omédico atesta burnoute recomenda: “trabalho voluntário”. Mas, ao mesmotempo que retomar a rotina confortável vivida até então não faz mais sentido,ela não tem ideia de como criar para si uma nova realidade.
Quandoum anúncio inusitado no jornal a leva até o abrigo conhecido como Palais de LaFemme, Solène encontra um grupo diversificado de mulheres, vindas de universosmuito distantes do seu, e, aos poucos, começa a redescobrir um senso depropósito ao dedicar algumas horas semanais à função de escriba: no saguão doPalais, coloca-se à disposição das residentes para redigir cartas. Ela perceberá,no entanto, que, tanto quanto a de escrita, sua habilidade de escuta serácrucial ali.
Assimcomo em seu livro de estreia, A trança, Laetitia Colombani entrelaçavidas de diferentes mulheres, jogando luz sobre graves problemas sociais. Emcapítulos alternados, acompanhamos as trajetórias da fictícia Solène e dapioneira — e verídica — Blanche Peyron, figura-chave do ativismo francês doinício do século XX. Ambas inspiradoras, cada uma à sua maneira, elas aprendeme ensinam a importância da esperança, da solidariedade entre mulheres e daempatia.
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