Até você, Capitu?
- Autor(a): Dalton Trevisan
- Editora: L&PM
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AUTOR: DALTON TREVISAN
ISBN: 9788525430182
ANO DE EDIÇÃO: 2013
PÁGINAS: 112
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: -1 X -1
PESO: 95G
ISBN: 9788525430182
ANO DE EDIÇÃO: 2013
PÁGINAS: 112
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: -1 X -1
PESO: 95G
Até você, Capitu? é uma antologia de textos que reúne ensaios, crônicas, cartas e textos diversos sobre o autores mais caros a Dalton Trevisan, como Machado de Assis, Pedro Nava, Rubem Braga e Tchékhov. Seu interlocutor nas cartas é o escritor Otto Lara Resende (1922-1992). Um dos mais importantes contistas em atividade no país, Dalton Trevisan recebeu o prêmio Camões e o prêmio Machado de Assis, duas das principais premiações para autores de língua portuguesa. Nada a dizer fora dos livros. Só a obra interessa, o autor não vale o personagem. O conto é sempre melhor do que o contista. Vampiro, sim, de almas. Espião dos corações solitários. Escorpião de bote armado, eis o contista. Só invento um vampiro que existe. Com sorte você adivinha o que não sabe. Para escrever o menor dos contos a vida inteira é curta. Uma história nunca termina, a cada leitura ela se reescreve. O bom escritor nunca se realiza: a obra é sempre inferior ao sonho. Fazendo as contas, percebe que negou o sonho, traiu a obra, cambiou a vida por nada. O melhor conto você escreve com tua mão torta, teu olho vesgo, teu coração danado. Todas as histórias – a mesma história e uma nova história. O conto não tem mais fim que novo começo. Quem lhe dera o estilo do suicida no último bilhete. O autor recebeu o Prêmio Camões em 2012.
a o que não sabe. Para escrever o menor dos contos a vida inteira é curta. Uma história nunca termina, a cada leitura ela se reescreve. O bom escritor nunca se realiza: a obra é sempre inferior ao sonho. Fazendo as contas, percebe que negou o sonho, traiu a obra, cambiou a vida por nada. O melhor conto você escreve com tua mão torta, teu olho vesgo, teu coração danado. Todas as histórias – a mesma história e uma nova história. O conto não tem mais fim que novo começo. Quem lhe dera o estilo do suicida no último bilhete. O autor recebeu o Prêmio Camões em 2012.
a o que não sabe. Para escrever o menor dos contos a vida inteira é curta. Uma história nunca termina, a cada leitura ela se reescreve. O bom escritor nunca se realiza: a obra é sempre inferior ao sonho. Fazendo as contas, percebe que negou o sonho, traiu a obra, cambiou a vida por nada. O melhor conto você escreve com tua mão torta, teu olho vesgo, teu coração danado. Todas as histórias – a mesma história e uma nova história. O conto não tem mais fim que novo começo. Quem lhe dera o estilo do suicida no último bilhete. O autor recebeu o Prêmio Camões em 2012.
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