BEETHOVEN ERA 1/16 NEGRO
- Autor(a): Nadine Gordimer e Beth Vieira
- Editora: Companhia das Letras
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AUTOR: Nadine Gordimer
ISBN: 9788535915822
ANO DE EDIÇÃO: 2009
PÁGINAS: 168
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.2
PESO: 256G
ISBN: 9788535915822
ANO DE EDIÇÃO: 2009
PÁGINAS: 168
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.2
PESO: 256G
Escritos em prosa inquieta e precisa, os textos de Beethoven era 1/16 negro perfazem um conjunto que retrata a África do Sul em nova configuração social. Filiação, cor da pele e origem étnica já não são tão determinantes, mas continuam informando as identidades de indivíduos que agora têm a chance de repensar o passado e intuir futuros incertos e promissores.
A nova configuração política do país faz negros, mulatos, imigrantes e mulheres assumirem papéis proeminentes. Até os brancos precisam reinventar uma identidade nesse país "como ele é agora". Ganham destaque as personagens femininas, que guardam a chave de compreensão dos novos tempos. São elas que parecem mover a atual dinâmica social sul-africana, por meio do casamento e do divórcio, da gestação e do aborto, da meditação sobre o passado e da inserção no mercado de trabalho.
A literatura de Nadine Gordimer é um retrato ficcional do país nesse momento de reinvenção de si mesmo. Como diz o narrador do conto que dá nome a este livro, "houve um tempo em que negros queriam ser brancos, hoje brancos querem ser negros; o segredo é o mesmo".
A nova configuração política do país faz negros, mulatos, imigrantes e mulheres assumirem papéis proeminentes. Até os brancos precisam reinventar uma identidade nesse país "como ele é agora". Ganham destaque as personagens femininas, que guardam a chave de compreensão dos novos tempos. São elas que parecem mover a atual dinâmica social sul-africana, por meio do casamento e do divórcio, da gestação e do aborto, da meditação sobre o passado e da inserção no mercado de trabalho.
A literatura de Nadine Gordimer é um retrato ficcional do país nesse momento de reinvenção de si mesmo. Como diz o narrador do conto que dá nome a este livro, "houve um tempo em que negros queriam ser brancos, hoje brancos querem ser negros; o segredo é o mesmo".
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