CORDEL: PATATIVA DO ASSARÉ
- Autor(a): Patativa do Assaré
- Editora: Editora Hedra
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AUTOR: Aaré, Patativa do
ISBN: 9788587328199
ANO DE EDIÇÃO: 2000
PÁGINAS: 136
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 0.8
PESO: 167G
ISBN: 9788587328199
ANO DE EDIÇÃO: 2000
PÁGINAS: 136
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 0.8
PESO: 167G
A força da poesia de Patativa do Assaré vem, talvez, do vínculo e dos contrastes entre a vida do poeta, o sertão e a cidade. Seus poemas nascem da matéria cotidiana, com seu saber, seu sabor, suas alegrias, seus encantos e desencantos, e todo o repertório de formas populares tradicionais que revisita e revitaliza. Patativa do Assaré, uma voz do Nordeste, contém uma antologia de seus melhores poemas, selecionada, organizada e apresentada por Sylvie Debs, da Universidade Robert Schuman (Estrasburgo). O volume integra a Biblioteca de Cordel.
Geme de dor, se aquebrantaE dali desapareceO sabiá só pareceQue com a seca se encantaSe outro pássaro cantaO coitado não responde;Ele vai não sei pra ondePois quando o inverno não vemCom o desgosto que temO pobrezinho se esconde.<< Sobre a literatura de cordel >> A literatura popular em verso passou por diversas fases de incompreensão e vicissitudes no passado. Ao contrário de outros países, como o México e a Argentina, onde esse tipo de produção literária é normalmente aceita e incluída nos estudos oficiais de literatura.
Apesar da maciça bibliografia crítica e da vasta produção de folhetos (mais de 30 mil folhetos de 2 mil autores classificados), a literatura de cordel? cujo início remonta ao fim do século XIX? continua ainda em boa parte desconhecida do grande público, principalmente por causa da distribuição efêmera dos folhetos.
Geme de dor, se aquebrantaE dali desapareceO sabiá só pareceQue com a seca se encantaSe outro pássaro cantaO coitado não responde;Ele vai não sei pra ondePois quando o inverno não vemCom o desgosto que temO pobrezinho se esconde.<< Sobre a literatura de cordel >> A literatura popular em verso passou por diversas fases de incompreensão e vicissitudes no passado. Ao contrário de outros países, como o México e a Argentina, onde esse tipo de produção literária é normalmente aceita e incluída nos estudos oficiais de literatura.
Apesar da maciça bibliografia crítica e da vasta produção de folhetos (mais de 30 mil folhetos de 2 mil autores classificados), a literatura de cordel? cujo início remonta ao fim do século XIX? continua ainda em boa parte desconhecida do grande público, principalmente por causa da distribuição efêmera dos folhetos.
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