EPOPEIA DE GILGÁMESH (CAPA DURA)
- Autor(a): Jacyntho Lins Brandão (Org.)
- Editora: Autêntica
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AUTOR: Brandão, Jacyntho Lin
ISBN: 9786588239797
ANO DE EDIÇÃO: 2021
PÁGINAS: 160
ENCADERNAÇÃO: ENCADERNADO
FORMATO: 21 X 2.5
PESO: 500G
ISBN: 9786588239797
ANO DE EDIÇÃO: 2021
PÁGINAS: 160
ENCADERNAÇÃO: ENCADERNADO
FORMATO: 21 X 2.5
PESO: 500G
Esta segunda versão da Epopeia de Gilgámesh sai em capa dura, ilustrada e sem as extensas notas e comentários que constam da edição Ele que o abismo viu: epopeia de Gilgámesh, lançada pela Autêntica em 2017. Essa primeira, mais acadêmica, com aparato crítico, continua sendo publicada na Coleção Clássica.
Recuperada em tabuinhas de argila, na escrita cuneiforme, em achados que se estendem de 1872 a 2014, a Epopeia de Gilgámesh apresenta várias lacunas. E, nesta edição, Jacyntho Lins Brandão buscou preencher algumas dessas lacunas, trazendo ao leitor o texto de leitura mais fluente.
Os textos que narram os feitos de Gilgámesh estão entre os mais antigos registros literários que conhecemos. Escritos em sumério e acádio, eles remontam a mais de quatro mil anos, sendo anteriores a Homero, a Hesíodo e aos textos bíblicos.
A versão clássica do poema foi composta, ao que tudo indica, no século XIII a.
C., sendo sua autoria atribuída ao sacerdote-exorcista Sin-léqi-unnínni. Neste longo poema, encontramos reflexões profundas sobre o homem e o mundo – além de motivos que aparecerão em narrativas posteriores, como a criação da humanidade a partir de argila e o dilúvio, com a construção de uma arca para salvar homens e animais.
Recuperada em tabuinhas de argila, na escrita cuneiforme, em achados que se estendem de 1872 a 2014, a Epopeia de Gilgámesh apresenta várias lacunas. E, nesta edição, Jacyntho Lins Brandão buscou preencher algumas dessas lacunas, trazendo ao leitor o texto de leitura mais fluente.
Os textos que narram os feitos de Gilgámesh estão entre os mais antigos registros literários que conhecemos. Escritos em sumério e acádio, eles remontam a mais de quatro mil anos, sendo anteriores a Homero, a Hesíodo e aos textos bíblicos.
A versão clássica do poema foi composta, ao que tudo indica, no século XIII a.
C., sendo sua autoria atribuída ao sacerdote-exorcista Sin-léqi-unnínni. Neste longo poema, encontramos reflexões profundas sobre o homem e o mundo – além de motivos que aparecerão em narrativas posteriores, como a criação da humanidade a partir de argila e o dilúvio, com a construção de uma arca para salvar homens e animais.
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