Estranhos no cais
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AUTOR: Tah Aw
ISBN: 9786556928753
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 88
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 0.9
PESO: 150G
ISBN: 9786556928753
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 88
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 0.9
PESO: 150G
Uma meditação profunda sobre o silêncio que cerca as histórias de imigração dentro e fora da Ásia. Há pouco mais de um século, os avós de Tash Aw partiram de barco do sul da China e se estabeleceram no interior da Malásia, sem nada nas mãos além de um pedaço de papel com um nome ou um endereço que os levaria para uma vida melhor em um país desconhecido. Hoje um renomado escritor, Aw deixou a Malásia para estudar em Cambridge, viajou pelo mundo e vive no continente europeu. Quando está em cidades como Tóquio ou Bangkok, é confundido com um local, por causa de seu rosto "neutro". "Com frequência, eu desisto quando percebo que vai ser muito complicado explicar de onde eu venho e quem eu sou. Às vezes apenas finjo ser aquilo que a outra pessoa pressupõe que eu seja. Às vezes sou de Xangai. Às vezes sou de Taiwan", afirma.
Dividindo o livro em duas partes, Tash Aw questiona a própria identidade e seu passado familiar. Na primeira seção, sem perder de vista as distinções de classe, idioma, estudos e experiências, o autor imagina as chegadas de seus avós à Península Malaia buscando a história real — desordenada e não contada — de sua família ao longo das gerações.
Na segunda parte, ainda mais íntima, ao constatar que é comum aos europeus traçarem as origens familiares até muitas gerações anteriores, Aw reflete sobre o fato de que na Ásia as histórias costumam se perder já na terceira geração. Ali encontramos uma espécie de carta dirigida à avó materna, numa tentativa de reconstruir a história dessa mulher de origem humilde que "seguiu o roteiro, mas o editou à própria maneira"."Com sorte, é possível encontrar textos que nos capturam pela vitalidade, pela beleza e por aquilo que representam. Estranhos no cais é assim." — DEBORAH LEVY
Dividindo o livro em duas partes, Tash Aw questiona a própria identidade e seu passado familiar. Na primeira seção, sem perder de vista as distinções de classe, idioma, estudos e experiências, o autor imagina as chegadas de seus avós à Península Malaia buscando a história real — desordenada e não contada — de sua família ao longo das gerações.
Na segunda parte, ainda mais íntima, ao constatar que é comum aos europeus traçarem as origens familiares até muitas gerações anteriores, Aw reflete sobre o fato de que na Ásia as histórias costumam se perder já na terceira geração. Ali encontramos uma espécie de carta dirigida à avó materna, numa tentativa de reconstruir a história dessa mulher de origem humilde que "seguiu o roteiro, mas o editou à própria maneira"."Com sorte, é possível encontrar textos que nos capturam pela vitalidade, pela beleza e por aquilo que representam. Estranhos no cais é assim." — DEBORAH LEVY
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