FRAGMENTOS DE UM DIÁRIO ENCONTRADO
- Autor(a): Mihail Sebastian, Fernando Klabin, Luis Krausz e Gabriel Neinstein
- Editora: Ayllon
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AUTOR: Sebatian, Mihail
ISBN: 9788577156207
ANO DE EDIÇÃO: 2020
PÁGINAS: 96
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 18 X 1
PESO: 135G
ISBN: 9788577156207
ANO DE EDIÇÃO: 2020
PÁGINAS: 96
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 18 X 1
PESO: 135G
"Fragmentos de um diário encontrado" é uma narrativa ficcional do romeno Mihail Sebastian, inédita em português. Escrita em 1932, é afinada com o caráter rebelde das vanguardas artísticas europeias das décadas de 1920-30, que o influenciaram tanto quanto outros literatos compatriotas de seu tempo, como Cioran, Ionesco, Eliade. Judeu, Sebastian passou a ser exclui´do e execrado desse círculo. A publicac¸a~o de "Fragmentos de um diário encontrado" traz de volta a` atenc¸a~o do pu´blico um autor importante no cena´rio litera´rio romeno, injustamente exclui´do da posteridade tanto quanto o elusivo protagonista dessa narrativa.
A narrativa é trazida a público através do tradutor anônimo, que encontra um diário na ponte Mirabeau, em Paris — "um caderno de capa preta, lustrosa, de lona, igual àqueles que costumam ser usados nas mercearias como livro-caixa", com "leitura curiosa, por vezes cansativa, passagens obscuras, anotações que pareceram estranhas ou mesmo absolutamente impróprias" — e traduzido do francês para o romeno, ainda segundo a nota, de forma desastrada. Os relatos das aventuras do personagem-autor, também anônimo, apresentam ao leitor uma figura que se entrega aos labirintos da cidade em busca de algo tão perdido quanto indefinível. E através das passagens de seu diário pessoal, encarna portanto o olhar do errante sobre a cidade e suas relações.
A narrativa é trazida a público através do tradutor anônimo, que encontra um diário na ponte Mirabeau, em Paris — "um caderno de capa preta, lustrosa, de lona, igual àqueles que costumam ser usados nas mercearias como livro-caixa", com "leitura curiosa, por vezes cansativa, passagens obscuras, anotações que pareceram estranhas ou mesmo absolutamente impróprias" — e traduzido do francês para o romeno, ainda segundo a nota, de forma desastrada. Os relatos das aventuras do personagem-autor, também anônimo, apresentam ao leitor uma figura que se entrega aos labirintos da cidade em busca de algo tão perdido quanto indefinível. E através das passagens de seu diário pessoal, encarna portanto o olhar do errante sobre a cidade e suas relações.
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