LOUISE BOURGEOIS E MODOS FEMINISTAS DE CRIAR
- Autor(a): Gabriela Barzaghi de Laurentiis
- Editora: sobinfluencia edições
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AUTOR: Laurentii, Gabriela de
ISBN: 9786599501739
ANO DE EDIÇÃO: 2021
PÁGINAS: 204
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.5
PESO: 300G
ISBN: 9786599501739
ANO DE EDIÇÃO: 2021
PÁGINAS: 204
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.5
PESO: 300G
“Para mim a escultura é o corpo. Meu corpo é a minha escultura”Essa frase de Louise Bourgeois, que serve como uma das epígrafes da obra de Gabriela De Laurentiis, explicita muito daquilo que a autora apresenta ao longo dos capítulos de Louise Bourgeois e modos feministas de criar.
Formas arredondadas, paisagens corporais, maternidade e paternidade, histeria, “ser mulher” e devir-animal; todas essas conceitualizações, materialidades, percepções, são conjugadas na obra, de modo a dar forma a uma percepção e compreensão próprias da obra de Bourgeois que, talvez, perpasse a história da arte, como convenção acerca das técnicas, estilos e formas expressivas à luz de uma sincronicidade temporal.
A partir da forma própria da obra de Bourgeois, Gabriela De Laurentiis problematiza a noção de história da arte e do lugar da mulher artista em tal história, desafiando convenções e noções binárias e antitéticas por excelência, pares opositores que tradicionalmente refletem a hierarquização e normatização sociais modernas.
O livro foi publicado no Brasil pela primeira vez em 2017 (Annablume), ganhando tradução espanhola em 2020 (No Libros). Desta vez, o trabalho retorna ao público nacional em novo projeto gráfico e novo posfácio, assinado pela professora Ana Paula Simioni, da Universidade de São Paulo (USP), além de contar com as apresentações originais de Edgard de Assis Carvalho (PUC-SP) e prefácio de Patrícia Mayayo (Universidad Autónoma de Madrid).
Formas arredondadas, paisagens corporais, maternidade e paternidade, histeria, “ser mulher” e devir-animal; todas essas conceitualizações, materialidades, percepções, são conjugadas na obra, de modo a dar forma a uma percepção e compreensão próprias da obra de Bourgeois que, talvez, perpasse a história da arte, como convenção acerca das técnicas, estilos e formas expressivas à luz de uma sincronicidade temporal.
A partir da forma própria da obra de Bourgeois, Gabriela De Laurentiis problematiza a noção de história da arte e do lugar da mulher artista em tal história, desafiando convenções e noções binárias e antitéticas por excelência, pares opositores que tradicionalmente refletem a hierarquização e normatização sociais modernas.
O livro foi publicado no Brasil pela primeira vez em 2017 (Annablume), ganhando tradução espanhola em 2020 (No Libros). Desta vez, o trabalho retorna ao público nacional em novo projeto gráfico e novo posfácio, assinado pela professora Ana Paula Simioni, da Universidade de São Paulo (USP), além de contar com as apresentações originais de Edgard de Assis Carvalho (PUC-SP) e prefácio de Patrícia Mayayo (Universidad Autónoma de Madrid).
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