MARROM E AMARELO (NOVA EDIÇÃO)
- Autor(a): PAULO SCOTT
- Editora: Alfaguara
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AUTOR: Scott, Paulo
ISBN: 9788556521965
ANO DE EDIÇÃO: 2024
PÁGINAS: 240
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 23.2 X 1.4
PESO: 362G
ISBN: 9788556521965
ANO DE EDIÇÃO: 2024
PÁGINAS: 240
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 23.2 X 1.4
PESO: 362G
Um romance impactante sobre dois irmãos marcados pela discriminação racial no Brasil. Indicado ao International Booker Prize 2022 e vencedor do Prêmio Jabuti 2023, na categoria Livro Brasileiro Publicado no Exterior. Esta edição inclui um conto novo, adicional à narrativa.“Uma história construída de forma exímia, sobre raça, privilégio e culpa (…). A caracterização de Scott é excepcional.” — The GuardianOs irmãos Federico e Lourenço são muito diferentes. Federico, um ano mais velho, é grande, calado e carrega uma raiva latente. Lourenço é bonito, joga basquete e é “muito gente boa”, nas palavras de conhecidos do bairro onde cresceram. Federico é claro, “de cabelo lambido”. Lourenço é preto. Filhos de pai preto, célebre diretor-geral do instituto de perícia do Rio Grande do Sul, eles crescem sob a opressão da discriminação racial. Lourenço tenta enfrentá-la com naturalidade, e Federico se torna um incansável ativista das questões raciais.
Federico, o narrador desta história, foi moldado na violência dos subúrbios de Porto Alegre. Carrega uma dor que vem da incompletude nas relações amorosas e, sobretudo, dos enfrentamentos raciais em que não conseguiu se posicionar como achava que deveria.
Agora, com 49 anos, é chamado pelo novo governo a uma comissão em Brasília para discutir o preenchimento das cotas raciais instituída nas universidades. Em meio a debates tensos e burocracias absurdas, ele se recorda de eventos traumáticos da infância e da juventude. É quando as lembranças voltam para atormentá-lo.
Federico, o narrador desta história, foi moldado na violência dos subúrbios de Porto Alegre. Carrega uma dor que vem da incompletude nas relações amorosas e, sobretudo, dos enfrentamentos raciais em que não conseguiu se posicionar como achava que deveria.
Agora, com 49 anos, é chamado pelo novo governo a uma comissão em Brasília para discutir o preenchimento das cotas raciais instituída nas universidades. Em meio a debates tensos e burocracias absurdas, ele se recorda de eventos traumáticos da infância e da juventude. É quando as lembranças voltam para atormentá-lo.
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