O POTOMAK
- Autor(a): Jean Cocteau
- Editora: Autêntica
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AUTOR: Cocteau, Jean
ISBN: 9788551305980
ANO DE EDIÇÃO: 2019
PÁGINAS: 240
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.3
PESO: 318G
ISBN: 9788551305980
ANO DE EDIÇÃO: 2019
PÁGINAS: 240
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.3
PESO: 318G
Cem anos depois da sua primeira publicação, O Potomak se revela aos leitores lusófonos como um baú de preciosidades. Neste livro, encontramos máximas consagradas de Jean Cocteau e um vanguardismo literário extraordinário, em que texto e imagem compõem, conjuntamente, a narrativa de um romance dedicado a Igor Stravinsky, ou seja, à música, mas criado a partir de um encantamento com a dança, mais precisamente com o Balé Russo de Serge Diaghilev. Quando, em uma noite de 1912, Diaghilev disse a Cocteau: “Surpreenda-me”, este não poderia ter-lhe dado uma resposta melhor: O Potomak. Nesse universo perfeitamente coctaliano, o narrador nos leva consigo em suas visitas a um aquário situado no subsolo da praça da Madeleine, em Paris, onde se encontra exposto o Potomak, um monstro aquático gelatinoso inspirador de poesia. Além desses passeios poéticos e filosóficos, somos convidados a fazer uma viagem desenhada, a bordo de um navio, na companhia dos pacatos Mortimar e dos Eugenes, seres canibais. Mário de Andrade também não ficou indiferente a esta obra: o modernista brasileiro conservava em sua biblioteca as edições francesas de 1919 e 1924. É chegado o momento de você também se deixar surpreender.
Wellington Júnio Costa exposto o Potomak, um monstro aquático gelatinoso inspirador de poesia. Além desses passeios poéticos e filosóficos, somos convidados a fazer uma viagem desenhada, a bordo de um navio, na companhia dos pacatos Mortimar e dos Eugenes, seres canibais. Mário de Andrade também não ficou indiferente a esta obra: o modernista brasileiro conservava em sua biblioteca as edições francesas de 1919 e 1924. É chegado o momento de você também se deixar surpreender.
Wellington Júnio Costa
Wellington Júnio Costa exposto o Potomak, um monstro aquático gelatinoso inspirador de poesia. Além desses passeios poéticos e filosóficos, somos convidados a fazer uma viagem desenhada, a bordo de um navio, na companhia dos pacatos Mortimar e dos Eugenes, seres canibais. Mário de Andrade também não ficou indiferente a esta obra: o modernista brasileiro conservava em sua biblioteca as edições francesas de 1919 e 1924. É chegado o momento de você também se deixar surpreender.
Wellington Júnio Costa
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