O REI QUE NÃO SABIA DE NADA
- Autor(a): Ruth Rocha
- Editora: Salamandra
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AUTOR: Rocha, Ruth
ISBN: 9788516081638
ANO DE EDIÇÃO: 2012
PÁGINAS: 48
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 23 X 3
PESO: 160G
ISBN: 9788516081638
ANO DE EDIÇÃO: 2012
PÁGINAS: 48
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 23 X 3
PESO: 160G
O rei que não sabia de nada é um dos três livros que a Ruth Rocha escreveu sobre reis. Assim como nos outros dois, O reizinho mandão e Sapo vira rei vira sapo, ela tratou, com aquela graça só dela, temas para lá de cabeludos, mas muito importantes, como poder e democracia.
Mas vamos ao que interessa, ou seja, a história. Um rei nomeou seus ministros para ajudá-lo a governar, porque na verdade o rei não queria era fazer nada. Esses ministros, por sua vez, puseram uma máquina para trabalhar, porque também não queriam pegar no batente, não. Porém máquina é máquina, e essa foi dando defeito atrás de defeito e pouco a pouco o país foi virando uma bagunça. Uma hora eram os semáforos que ficavam parados no vermelho; outra hora era o jornal, que em vez de ser impresso, era picotado; sem falar nos programas de rádio que a máquina botava para tocar: chatíssimos... Mas o pior de tudo eram os campos secos, as plantações mortas, o povo malvestido, passando fome. Eis que um belo dia o rei (que não era má pessoa, mas tinha deixado toda essa maldade acontecer) decide sair do castelo para passear. Ele não sabia o tamanho da encrenca em que estava se metendo...
Mas vamos ao que interessa, ou seja, a história. Um rei nomeou seus ministros para ajudá-lo a governar, porque na verdade o rei não queria era fazer nada. Esses ministros, por sua vez, puseram uma máquina para trabalhar, porque também não queriam pegar no batente, não. Porém máquina é máquina, e essa foi dando defeito atrás de defeito e pouco a pouco o país foi virando uma bagunça. Uma hora eram os semáforos que ficavam parados no vermelho; outra hora era o jornal, que em vez de ser impresso, era picotado; sem falar nos programas de rádio que a máquina botava para tocar: chatíssimos... Mas o pior de tudo eram os campos secos, as plantações mortas, o povo malvestido, passando fome. Eis que um belo dia o rei (que não era má pessoa, mas tinha deixado toda essa maldade acontecer) decide sair do castelo para passear. Ele não sabia o tamanho da encrenca em que estava se metendo...
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