O ÚLTIMO DIA DA INFÂNCIA
- Autor(a): Marcelo Moutinho
- Editora: Malê
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AUTOR: Marcelo Moutinho
ISBN: 9786585893282
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 172
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.3
PESO: 254G
ISBN: 9786585893282
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 172
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.3
PESO: 254G
O Último Dia da Infância é um livro que une lirismo, humor e introspecção em crônicas que capturam as emoções e os ciclos da vida. Na obra que podemos dividir em três partes – preâmbulo, intermezzo e epílogo – o escritor Marcelo Moutinho conduz o leitor por uma jornada de perdas, descobertas e transformações.
O preâmbulo se inicia com “Mãe - um tríptico”, um relato comovente sobre a morte trágica da mãe às vésperas do Natal. O luto é transformado em uma reflexão profunda sobre amadurecimento, marcada pela frase: “Talvez a perda dos pais seja o último dia da nossa infância.”No intermezzo, o livro se divide entre duas perspectivas. Em “Janelas acesas de apartamentos”, o autor explora a intimidade de temas como o crescimento da filha e a passagem do tempo, com uma escrita sensível que transforma o banal em poesia. Já em “A cidade foi feita para o sol”, ele retorna às ruas com humor e vivacidade, apresentando histórias de bares, sambas e personagens folclóricos. Títulos irônicos como “Rolezinho em Madureira” revelam o olhar atento do cronista para a riqueza e as contradições da cultura popular.
O epílogo encerra a obra com ternura em “Estrela da Vó Guida s/nº”, onde a pequena Lia escreve uma carta para a avó já falecida, refletindo sobre a memória e os laços que permanecem além do tempo.
Com equilíbrio entre melancolia e leveza, O Último Dia da Infância celebra a beleza das emoções cotidianas e convida o leitor a acolher o espanto diante da vida em constante transformação.
O preâmbulo se inicia com “Mãe - um tríptico”, um relato comovente sobre a morte trágica da mãe às vésperas do Natal. O luto é transformado em uma reflexão profunda sobre amadurecimento, marcada pela frase: “Talvez a perda dos pais seja o último dia da nossa infância.”No intermezzo, o livro se divide entre duas perspectivas. Em “Janelas acesas de apartamentos”, o autor explora a intimidade de temas como o crescimento da filha e a passagem do tempo, com uma escrita sensível que transforma o banal em poesia. Já em “A cidade foi feita para o sol”, ele retorna às ruas com humor e vivacidade, apresentando histórias de bares, sambas e personagens folclóricos. Títulos irônicos como “Rolezinho em Madureira” revelam o olhar atento do cronista para a riqueza e as contradições da cultura popular.
O epílogo encerra a obra com ternura em “Estrela da Vó Guida s/nº”, onde a pequena Lia escreve uma carta para a avó já falecida, refletindo sobre a memória e os laços que permanecem além do tempo.
Com equilíbrio entre melancolia e leveza, O Último Dia da Infância celebra a beleza das emoções cotidianas e convida o leitor a acolher o espanto diante da vida em constante transformação.
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