PARA QUE SERVE UM CRÍTICO GASTRONÔMICO?
- Autor(a): Gilles Pudlowski
- Editora: Tapioca
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AUTOR: Pudlowki, Gille
ISBN: 9788566319033
ANO DE EDIÇÃO: 2012
PÁGINAS: 168
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1
PESO: 210G
ISBN: 9788566319033
ANO DE EDIÇÃO: 2012
PÁGINAS: 168
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1
PESO: 210G
Quem são os críticos de gastronomia? São uma espécie de clube de cavalheiros ou membros de uma confraria de especialistas no prazer? Que trabalho é esse que lhes obriga a decidir pela manhã a que restaurante ir para almoçar e, ainda num dia de trabalho mais árduo, também jantar? E é sempre assim: comer e escrever sobre o que comeu… rotina essa por vezes quebrada, pois viajam, e com que objetivo? Comer. Mas não em todos ou em qualquer lugar, e sim em casas que ofereçam as mais lautas refeições de cada região. Vida dura. Tanto mais que, não raro, extenuantes jantares se prolongam noite adentro. E, é claro, com tudo pago, pois não seria justo pagar para trabalhar! Há dois tipos básicos de críticos: os que apregoam o anonimato e os que festejam a fama. Os primeiros são mais éticos, embora o anonimato nos dias de hoje seja pura ilusão; os outros, mais exibicionistas, deixam-se cercar por mimos e atenções. Mas uma coisa é certa: todos são muito influentes, podem decidir o destino de um restaurante ou de um chef da noite para o dia, sua glória ou sua desgraça. A crítica gastronômica tem função absolutamente imediata, ela é devorada pelo seu público-alvo, faminto de prazer: lê-se a crítica, vai-se ao restaurante elogiado (aos criticados, ninguém se arrisca a ir) e regala-se com as delícias prometidas. Isso só faz aumentar a responsabilidade do crítico como formador de opinião. a fama. Os primeiros são mais éticos, embora o anonimato nos dias de hoje seja pura ilusão; os outros, mais exibicionistas, deixam-se cercar por mimos e atenções. Mas uma coisa é certa: todos são muito influentes, podem decidir o destino de um restaurante ou de um chef da noite para o dia, sua glória ou sua desgraça. A crítica gastronômica tem função absolutamente imediata, ela é devorada pelo seu público-alvo, faminto de prazer: lê-se a crítica, vai-se ao restaurante elogiado (aos criticados, ninguém se arrisca a ir) e regala-se com as delícias prometidas. Isso só faz aumentar a responsabilidade do crítico como formador de opinião.
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