POR QUEM AS PANELAS BATEM – VENCEDOR JABUTI 2023
- Autor(a): Antonio Prata
- Editora: Companhia das Letras
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AUTOR: Prata, Antonio
ISBN: 9786559211173
ANO DE EDIÇÃO: 2022
PÁGINAS: 320
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.7
PESO: 400G
ISBN: 9786559211173
ANO DE EDIÇÃO: 2022
PÁGINAS: 320
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.7
PESO: 400G
A inteligência e o bom humor de Prata ajudam a nos manter de cabeça erguida em meio ao caos político do dia a dia. Prêmio Jabuti 2023 na categoria Crônica.
Por quem as panelas batem reúne crônicas políticas publicadas por Antonio Prata na Folha de S.
Paulo de junho de 2013 a fins de 2021. “São instantâneos ou esquetes do desmantelo social e político da última década” que compõem uma espécie de “diário da queda”, como define o autor. Em suas palavras, os textos trazem “um olhar pessoal, subjetivo, com todos os recortes, vantagens e limitações do ponto em que me encontro no tecido social”.
Além da perspicácia inigualável para revelar as misérias de nossa experiência contemporânea, o autor mantém uma espécie de militância renitente em defesa da poesia do cotidiano e do maravilhoso potencial da sociedade brasileira. Em seus textos, oscila entre o pavor pessimista e o otimismo de acreditar que o descalabro representado pelo bolsonarismo é “o grunhido do velho mundo, agonizante, sendo arrastado para o passado”. Relê-los em conjunto, e com o benefício do distanciamento temporal, é tão prazeroso quanto iluminador.
Por quem as panelas batem reúne crônicas políticas publicadas por Antonio Prata na Folha de S.
Paulo de junho de 2013 a fins de 2021. “São instantâneos ou esquetes do desmantelo social e político da última década” que compõem uma espécie de “diário da queda”, como define o autor. Em suas palavras, os textos trazem “um olhar pessoal, subjetivo, com todos os recortes, vantagens e limitações do ponto em que me encontro no tecido social”.
Além da perspicácia inigualável para revelar as misérias de nossa experiência contemporânea, o autor mantém uma espécie de militância renitente em defesa da poesia do cotidiano e do maravilhoso potencial da sociedade brasileira. Em seus textos, oscila entre o pavor pessimista e o otimismo de acreditar que o descalabro representado pelo bolsonarismo é “o grunhido do velho mundo, agonizante, sendo arrastado para o passado”. Relê-los em conjunto, e com o benefício do distanciamento temporal, é tão prazeroso quanto iluminador.
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