QUANDO CHEGA NOSSA VEZ ACABA
- Autor(a): Rafael Simeão e Ale Kalko
- Editora: Alfaguara
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ISBN: 9788556522252
ANO DE EDIÇÃO: 2024
PÁGINAS: 192
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 23.2 X 1.1
PESO: 293G
ANO DE EDIÇÃO: 2024
PÁGINAS: 192
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 23.2 X 1.1
PESO: 293G
Nos nove contos de Quando chega nossa vez acaba, Rafael Simeão compõe um mosaico de personagens cativantes, profundamente reais, de uma mesma vizinhança no Rio de Janeiro. Suas vidas, únicas e complexas, se entrelaçam em vibrantes sagas do cotidiano.
No conto que dá título à coletânea de Rafael Simeão, uma família que nunca pode tirar férias finalmente consegue alugar um pequeno cômodo em uma ilha turística. Dalva, a mãe, trabalha numa ótica, o dia todo de pé, e mal pode esperar pela aposentadoria. Jorge, o pai, é taxista e vê a classe sofrer com a ascensão dos aplicativos de mobilidade. Junin, o filho mais novo, é bom em matemática e totalmente sedentário. Amanda, a mais velha, entrou em uma universidade pública e está deslumbrada com o novo mundo à sua frente. Na viagem, ela quer fazer trilhas e aproveitar o feriado ao máximo, mas a família gostaria apenas de curtir a praia sem muitas cobranças. Só que nada, nunca, sai como eles esperam.
Enquanto os acompanha ao longo de quatro dias inesquecíveis (ou frustrantes), o autor aos poucos introduz personagens e cenários que orbitam esse núcleo e fazem parte de um universo complexo e interconectado. Suas histórias se desdobram nos contos seguintes até culminar com “Areia”, uma narrativa impressionante sobre desejo, sobrevivência e ambição.
Além do retrato perspicaz do dia a dia, o que está em jogo na obra de Simeão é o poder de uma narrativa densa e multifacetada, que reproduz o ritmo turbulento da vida urbana. Em uma prosa radicalmente coloquial, mesclando tragédia e humor, o autor constrói um mosaico de trabalhadores em suas batalhas inglórias e pequenas vitórias épicas.
No conto que dá título à coletânea de Rafael Simeão, uma família que nunca pode tirar férias finalmente consegue alugar um pequeno cômodo em uma ilha turística. Dalva, a mãe, trabalha numa ótica, o dia todo de pé, e mal pode esperar pela aposentadoria. Jorge, o pai, é taxista e vê a classe sofrer com a ascensão dos aplicativos de mobilidade. Junin, o filho mais novo, é bom em matemática e totalmente sedentário. Amanda, a mais velha, entrou em uma universidade pública e está deslumbrada com o novo mundo à sua frente. Na viagem, ela quer fazer trilhas e aproveitar o feriado ao máximo, mas a família gostaria apenas de curtir a praia sem muitas cobranças. Só que nada, nunca, sai como eles esperam.
Enquanto os acompanha ao longo de quatro dias inesquecíveis (ou frustrantes), o autor aos poucos introduz personagens e cenários que orbitam esse núcleo e fazem parte de um universo complexo e interconectado. Suas histórias se desdobram nos contos seguintes até culminar com “Areia”, uma narrativa impressionante sobre desejo, sobrevivência e ambição.
Além do retrato perspicaz do dia a dia, o que está em jogo na obra de Simeão é o poder de uma narrativa densa e multifacetada, que reproduz o ritmo turbulento da vida urbana. Em uma prosa radicalmente coloquial, mesclando tragédia e humor, o autor constrói um mosaico de trabalhadores em suas batalhas inglórias e pequenas vitórias épicas.
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