QUATRO HISTÓRIAS
- Autor(a): JOÃO PAULO BORGES COELHO
- Editora: Kapulana
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AUTOR: JOÃO PAULO BORGES COELHO
ISBN: 9786587231044
ANO DE EDIÇÃO: 2021
PÁGINAS: 52
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 18 X 0.5
PESO: 52G
ISBN: 9786587231044
ANO DE EDIÇÃO: 2021
PÁGINAS: 52
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 18 X 0.5
PESO: 52G
Em QUATRO HISTÓRIAS, conjunto de quatro contos, João Paulo Borges Coelho conduz o leitor por caminhos, tempos e situações diversas. Ora estamos no Congo, ora em Moçambique, ora na China. A história da África, particularmente de Moçambique, aparece nesse cenário desde os inícios do século XIX. São histórias que emocionam por destacar personagens exploradas, sofredoras e resistentes.
Trechos:“A chegada dos captores à aldeia em Bukavu, nos confins do interior congolês, surgindo do nada como feras rapaces, ávidas de tudo quanto mexia. A fuga precipitada do povo pelo mato fora, ela puxada por um braço pela mãe apavorada, esta caindo trespassada por uma comprida lança para que aprendesse a não fugir, última e escusada lição. E a rapariga ficando ali a segurar a mão de um cadáver trespassado e inútil, até que chegou o árabe com um olho de cada cor – Ahmed lhe chamavam – [...]”(Conto: “Maria Ernestina e as quatro senhoras”)“A princípio, a coisa não me pareceu problemática. Tratava-se apenas de seguir a pista dos roubos e identificar autores, chineses ou não. Afinal, tínhamos a chamada lei do nosso lado. Todavia, à medida que a investigação prosseguia foi ficando evidente que, além da carne para canhão e dos chineses propriamente ditos, havia também peixe graúdo, se me faço entender. Autoridades. Gente que não me fica bem nomear [...].”(Conto: “Pau Macau”)
Trechos:“A chegada dos captores à aldeia em Bukavu, nos confins do interior congolês, surgindo do nada como feras rapaces, ávidas de tudo quanto mexia. A fuga precipitada do povo pelo mato fora, ela puxada por um braço pela mãe apavorada, esta caindo trespassada por uma comprida lança para que aprendesse a não fugir, última e escusada lição. E a rapariga ficando ali a segurar a mão de um cadáver trespassado e inútil, até que chegou o árabe com um olho de cada cor – Ahmed lhe chamavam – [...]”(Conto: “Maria Ernestina e as quatro senhoras”)“A princípio, a coisa não me pareceu problemática. Tratava-se apenas de seguir a pista dos roubos e identificar autores, chineses ou não. Afinal, tínhamos a chamada lei do nosso lado. Todavia, à medida que a investigação prosseguia foi ficando evidente que, além da carne para canhão e dos chineses propriamente ditos, havia também peixe graúdo, se me faço entender. Autoridades. Gente que não me fica bem nomear [...].”(Conto: “Pau Macau”)
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