SERROTE - Vol. 35-36
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AUTOR: Serrote
ISBN: 9771984523536
PÁGINAS: 336
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 2 X 21
PESO: 751G
ISBN: 9771984523536
PÁGINAS: 336
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 2 X 21
PESO: 751G
Depois de a edição impressa de julho ser substituída por uma edição digital gratuita, a nova publicação reúne os números 35 e 36 em um volume de 336 páginas. A revista apresenta os ensaios vencedores do 3o Concurso de Ensaísmo serrote, que teve como primeira colocada Maria Lucas, com o ensaio Próteses de proteção. Em 2o lugar, Evandro Cruz Silva, com o texto Orfeu enfrenta o genocídio negro, e, na terceira colocação, Raphael Grazziano, com o ensaio Baltimore, ainda. Maria Lucas (1989), também conhecida como Ma.
Ma. Horn, reflete no ensaio Próteses de proteção sobre o lugar dos corpos trans na sociedade a partir de suas experiências durante a pandemia de covid-19. Para esses corpos, desde sempre em isolamento social, escreve a autora, as máscaras se tornaram um escudo a mais contra as múltiplas agressões da cisgeneridade tóxica. Lucas é multiartista, pesquisadora no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio), mestra em artes da cena (ECO-UFRJ) e graduada em artes cênicas (PUC-RJ). No ensaio Orfeu enfrenta o genocídio negro, Evandro Cruz Silva (1992) aproxima o filme Orfeu negro, de Marcel Camus, e o livro clássico de Abdias Nascimento, O genocídio do negro brasileiro, numa releitura original que aponta futuros possíveis de um Brasil para além do racismo que o estrutura. Doutorando em ciências sociais pela Unicamp, escritor e educador popular, Silva pesquisa relações entre segurança, violência e desigualdades no Brasil urbano. Baltimore, ainda, ensaio de Raphael Grazziano (1988), investiga o modelo de revitalização das cidades, desigual e excludente, que foi engendrado nos EUA dos anos 1970 e replicado nas décadas seguintes ao redor do mundo, inclusive no Brasil. Formado em arquitetura e filosofia pela USP, na qual também realizou seu doutorado, Grazziano é pesquisador em teoria da arquitetura e do urbanismo contemporâneos. A serrote antecipa com exclusividade um trecho de Afropessimismo, novo livro do escritor, cineasta e ativista Frank. B. Wilders
Ma. Horn, reflete no ensaio Próteses de proteção sobre o lugar dos corpos trans na sociedade a partir de suas experiências durante a pandemia de covid-19. Para esses corpos, desde sempre em isolamento social, escreve a autora, as máscaras se tornaram um escudo a mais contra as múltiplas agressões da cisgeneridade tóxica. Lucas é multiartista, pesquisadora no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio), mestra em artes da cena (ECO-UFRJ) e graduada em artes cênicas (PUC-RJ). No ensaio Orfeu enfrenta o genocídio negro, Evandro Cruz Silva (1992) aproxima o filme Orfeu negro, de Marcel Camus, e o livro clássico de Abdias Nascimento, O genocídio do negro brasileiro, numa releitura original que aponta futuros possíveis de um Brasil para além do racismo que o estrutura. Doutorando em ciências sociais pela Unicamp, escritor e educador popular, Silva pesquisa relações entre segurança, violência e desigualdades no Brasil urbano. Baltimore, ainda, ensaio de Raphael Grazziano (1988), investiga o modelo de revitalização das cidades, desigual e excludente, que foi engendrado nos EUA dos anos 1970 e replicado nas décadas seguintes ao redor do mundo, inclusive no Brasil. Formado em arquitetura e filosofia pela USP, na qual também realizou seu doutorado, Grazziano é pesquisador em teoria da arquitetura e do urbanismo contemporâneos. A serrote antecipa com exclusividade um trecho de Afropessimismo, novo livro do escritor, cineasta e ativista Frank. B. Wilders
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