TIO ZULMIRO NÃO SE CHAMAVA ASSIM
- Autor(a): Jacyr Parternak
- Editora: Editora Reformatório
R$ 50,00
FORMAS DE PAGAMENTO
Pix
1 x sem juros de R$ 50,00 no Pix
Cartão de Credito
1 x sem juros de R$ 50,00 no Cartão de Credito
Boleto
1 x sem juros de R$ 50,00 no Boleto
R$ 50,00
Quantidade
Produto Indisponível
Avise-me quando chegar
ISBN: 9786588091739
ANO DE EDIÇÃO: 2023
PÁGINAS: 184
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.1
PESO: 240G
ANO DE EDIÇÃO: 2023
PÁGINAS: 184
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.1
PESO: 240G
Jacyr Pasternak é um dos maiores infectologistas do Brasil, é especialista em doenças infecciosas e parasitárias, e durante boa parte de sua vida chefiou equipes médicas no Hospital Israelita Albert Einstein. Pesquisou e escreveu dezenas de livros científicos, e conhece de perto a gravidade e seriedade da doença. Mas aqui, nesta ficção literária, Jacyr deixa a medicina de lado – não completamente – para imprimir contornos mais densos, transformando-se em sátira, crítica social ou de costumes do povo brasileiro.
Tio Zulmiro não se chamava assim é um retrato bem-humorado de acontecimentos históricos ainda recentes: a pandemia de Covid-19 que assolou o mundo. O autor se debruça no tragicômico e no melodramático da máxima de que o brasileiro gosta de levar vantagem em tudo e tirar proveito da desgraça alheia, até mesmo quando esta não é tão alheia assim. Tio Zulmiro não se chamava assim conta o golpe, ou a tentativa de, que um grupo de amigos arquitetou para aplicar nas pessoas desesperadas, e assim conseguir ganhar dinheiro “fácil”, afinal, como diz um dos personagens: “Em grandes crises, homens de visão encontram grandes oportunidades. ”Num estilo carregado de humor, o autor constrói um retrato das ambições, sonhos e relacionamentos de um grupo de amigos formados por parte de um povo que aprende a viver nos embates, aos trancos e barrancos, postos à margem da ordem social, que suportam ou criam formas de enfrentar de acordo com as circunstâncias e com a chamada malandragem imposta ou captada de um sistema viciado que continua transmitindo e infectando o povo com os males da desigualdade social, política e fiscal.
Tio Zulmiro não se chamava assim é um retrato bem-humorado de acontecimentos históricos ainda recentes: a pandemia de Covid-19 que assolou o mundo. O autor se debruça no tragicômico e no melodramático da máxima de que o brasileiro gosta de levar vantagem em tudo e tirar proveito da desgraça alheia, até mesmo quando esta não é tão alheia assim. Tio Zulmiro não se chamava assim conta o golpe, ou a tentativa de, que um grupo de amigos arquitetou para aplicar nas pessoas desesperadas, e assim conseguir ganhar dinheiro “fácil”, afinal, como diz um dos personagens: “Em grandes crises, homens de visão encontram grandes oportunidades. ”Num estilo carregado de humor, o autor constrói um retrato das ambições, sonhos e relacionamentos de um grupo de amigos formados por parte de um povo que aprende a viver nos embates, aos trancos e barrancos, postos à margem da ordem social, que suportam ou criam formas de enfrentar de acordo com as circunstâncias e com a chamada malandragem imposta ou captada de um sistema viciado que continua transmitindo e infectando o povo com os males da desigualdade social, política e fiscal.
TEMPORADA NO INFERNO
TEMPORADA NO FUTURO
TEMPORADA CONTRA TIRANIA