TUDO POR TUDO
- Autor(a): Fernando Aguiar e Floriano Martins
- Editora: Escrituras
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AUTOR: Aguiar, Fernando
ISBN: 9788575313411
ANO DE EDIÇÃO: 2009
PÁGINAS: 176
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.2
PESO: 250G
ISBN: 9788575313411
ANO DE EDIÇÃO: 2009
PÁGINAS: 176
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.2
PESO: 250G
O selo Escrituras, dentro da Coleção Ponte Velha, edição apoiada pelo Ministério da Cultura de Portugal e pela Direção-Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB/Portugal), publica "Tudo por Tudo", de Fernando Aguiar, também responsável pelas ilustrações da capa e do miolo. A organização desta antologia poética e seleção da poesia visual de Fernando Aguiar ficaram a cargo de Floriano Martins.
Intervenções poéticas com elementos simples; letras sobrevoando o cenário ou impregnadas sobre diversos materiais. Signos em múltiplas cores pendidos por fios invisíveis ou por pequenas cordas que fizeram a função de pontes entre mundos distintos, entre margens plásticas complementares.
As obras visuais e as ações ou performances de Fernando Aguiar compartilham determinados sinais e identidade: o achado e o poder de persuasão dos elementos empíricos, ou seja, a participação do mundo sensorial, como meio para transmitir ao espectador suas mensagens, e como fim até o devir do ato ou do fato.
Fernando Aguiar abre suas mãos, move seus braços, enfatiza com sua voz vocábulos e frases, dispõe, enfim, heterogêneos seres, figuras e traços, a mente do espectador fica agitada com benevolência, do mesmo modo como se uma bela sinfonia envolvesse nossos ouvidos, posto que o poeta/performer especula o menos possível com a arbitrariedade de qualquer código linguístico. E a memória de suas criações voa como uma ode sobre a areia da página, semeando o silêncio de correntes.
Segundo Alberto Pimenta (Portugal, 1988), Fernando Aguiar é “mestre da poesia-corpo e do corpo da poesia, além de ser o letrista mais consequente dos últimos 20 anos. O aleatório do signo e da sua organização transparecem e aparecem feitos sistema: letras que caem, sobem, se agarram umas às outras, entram em buracos da canalização, são pescadas num poço, no alto mar, ficam em suspensão entre os dedos como o baralho do prestidigitador, incham, minguam, empalidecem, coram... e tudo isto é uma formidável entropia!”
Intervenções poéticas com elementos simples; letras sobrevoando o cenário ou impregnadas sobre diversos materiais. Signos em múltiplas cores pendidos por fios invisíveis ou por pequenas cordas que fizeram a função de pontes entre mundos distintos, entre margens plásticas complementares.
As obras visuais e as ações ou performances de Fernando Aguiar compartilham determinados sinais e identidade: o achado e o poder de persuasão dos elementos empíricos, ou seja, a participação do mundo sensorial, como meio para transmitir ao espectador suas mensagens, e como fim até o devir do ato ou do fato.
Fernando Aguiar abre suas mãos, move seus braços, enfatiza com sua voz vocábulos e frases, dispõe, enfim, heterogêneos seres, figuras e traços, a mente do espectador fica agitada com benevolência, do mesmo modo como se uma bela sinfonia envolvesse nossos ouvidos, posto que o poeta/performer especula o menos possível com a arbitrariedade de qualquer código linguístico. E a memória de suas criações voa como uma ode sobre a areia da página, semeando o silêncio de correntes.
Segundo Alberto Pimenta (Portugal, 1988), Fernando Aguiar é “mestre da poesia-corpo e do corpo da poesia, além de ser o letrista mais consequente dos últimos 20 anos. O aleatório do signo e da sua organização transparecem e aparecem feitos sistema: letras que caem, sobem, se agarram umas às outras, entram em buracos da canalização, são pescadas num poço, no alto mar, ficam em suspensão entre os dedos como o baralho do prestidigitador, incham, minguam, empalidecem, coram... e tudo isto é uma formidável entropia!”
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