Um dia vou escrever sobre esse lugar
- Autor(a): Wainaina, Binyavanga
- Editora: Kapulana
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AUTOR: BINYAVANGA WAINAINA
ISBN: 9788568846452
ANO DE EDIÇÃO: 2018
PÁGINAS: 308
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.7
PESO: 380G
ISBN: 9788568846452
ANO DE EDIÇÃO: 2018
PÁGINAS: 308
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.7
PESO: 380G
Em Um dia vou escrever sobre este lugar, Binyavanga Wainaina entrelaça suas memórias de infância, adolescência e vida adulta à história contemporânea do continente africano. Utilizando referências políticas, da cultura africana e da cultura popular mundial, o autor nos apresenta as constantes transformações acontecidas em países como Quênia, África do Sul, Uganda, Gana e Togo, a partir de seu próprio crescimento e amadurecimento como pessoa e, principalmente, escritor e constante observador do mundo ao seu redor.
Fascinado pelas diversas linguagens humanas, de palavras ao corpo, Binyavanga descreve as diversas nuances e facetas de uma África gigante, complexa, mal compreendida, presenteando os leitores com histórias, acontecimentos e anedotas contadas com um olhar de dentro que não se pauta pelo externo, que não quer acomodar visões e conceitos restritos sobre África, mas, sim, explodi-los, para dar lugar a uma rica constelação de pessoas, impressões, línguas, costumes e situações, utilizando a própria vida, seus percalços, sua história para afogar ideias pré-concebidas e constantemente disseminadas sobre o continente africano.
A edição da Kapulana contém, ainda, o que o autor considera como um “capítulo perdido” de suas memórias, chamado “Mãe, eu sou homossexual”, publicado em 2014, três anos após o livro original. No texto, Binyavanga reinventa como teriam sido os últimos momentos de vida de sua mãe se ele tivesse viajado até o Quênia para estar com ela, e lhe contado que é um homem gay. Com muita sensibilidade, ele nos apresenta uma vida de autoconsciência, mas, também, de restrição, devido ao medo, à vergonha e a profundas amarras culturais.
Fascinado pelas diversas linguagens humanas, de palavras ao corpo, Binyavanga descreve as diversas nuances e facetas de uma África gigante, complexa, mal compreendida, presenteando os leitores com histórias, acontecimentos e anedotas contadas com um olhar de dentro que não se pauta pelo externo, que não quer acomodar visões e conceitos restritos sobre África, mas, sim, explodi-los, para dar lugar a uma rica constelação de pessoas, impressões, línguas, costumes e situações, utilizando a própria vida, seus percalços, sua história para afogar ideias pré-concebidas e constantemente disseminadas sobre o continente africano.
A edição da Kapulana contém, ainda, o que o autor considera como um “capítulo perdido” de suas memórias, chamado “Mãe, eu sou homossexual”, publicado em 2014, três anos após o livro original. No texto, Binyavanga reinventa como teriam sido os últimos momentos de vida de sua mãe se ele tivesse viajado até o Quênia para estar com ela, e lhe contado que é um homem gay. Com muita sensibilidade, ele nos apresenta uma vida de autoconsciência, mas, também, de restrição, devido ao medo, à vergonha e a profundas amarras culturais.
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