A EXPERIÊNCIA DA METRÓPOLE E OS VELHOS
- Autor(a): ADRIANA ANGÉLICA FERREIRA
- Editora: Impressões de Minas
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ADAPTAÇÃO: ADRIANA ANGÉLICA FERREIRA
ANO DE EDIÇÃO: 2023
ISBN: 9786586729597
PÁGINAS: 284
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 2
PESO: 501G
ANO DE EDIÇÃO: 2023
ISBN: 9786586729597
PÁGINAS: 284
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 2
PESO: 501G
Abrigado no seio de uma teoria narrativa, o conceito de experiência tem seus contornos (re)definidos na contemporaneidade. Com base no arcabouço teórico oferecido pela constelação do pensamento de Walter Benjamin, é possível analisar o que se constituiu enquanto processo de declínio da experiência no tempo histórico atual. O exercício da narração, resultado da partilha coletiva da memória e de palavras comuns, que caracterizou a experiência humana, já não se configura enquanto o principal elo de ligação entre as gerações, como acontecia no passado. Assim, a resposta à pergunta formulada por Benjamin, que indaga “Quem tentará, sequer, lidar com a juventude invocando sua experiência?”, já não aponta mais para os velhos, figura antropológica do narrador, como uma das chaves de resposta. Nesse contexto, torna-se necessária a análise de outras vertentes desse conceito que ainda o coloque em cena na relação dos velhos com a metrópole moderna. Em “A experiência, a metrópole e os velhos”, Adriana Angélica realiza uma reflexão sobre a metropolização da cidade de Belo Horizonte a partir de uma investigação memorialística dos relatos pessoais de pessoas velhas, revelando os traumas, ferimentos e cicatrizes que surgem em mais de meio século de urbanização. O livro traz também belas ilustrações de Wallison Gontijo, projeto gráfico de Mário Vinícius e preparação dos originais de Prussiana Fernandes. Abrigado no seio de uma teoria narrativa, o conceito de experiência tem seus contornos (re)definidos na contemporaneidade. Com base no arcabouço teórico oferecido pela constelação do pensamento de Walter Benjamin, é possível analisar o que se constituiu enquanto processo de declínio da experiência no tempo histórico atual. O exercício da narração, resultado da partilha coletiva da memória e de palavras comuns, que caracterizou a experiência humana, já não se configura enquanto o principal elo de ligação entre as gerações, como acontecia no passado. Assim, a resposta à pergunta formulada por Benjamin, que indaga “Quem tentará, sequer, lidar com a juventude invocando sua experiência?”, já não aponta mais para os velhos, figura antropológica do narrador, como uma das chaves de resposta. Nesse contexto, torna-se necessária a análise de outras vertentes desse conceito que ainda o coloque em cena na relação dos velhos com a metrópole moderna. Em “A experiência, a metrópole e os velhos”, Adriana Angélica realiza uma reflexão sobre a metropolização da cidade de Belo Horizonte a partir de uma investigação memorialística dos relatos pessoais de pessoas velhas, revelando os traumas, ferimentos e cicatrizes que surgem em mais de meio século de urbanização. O livro traz também belas ilustrações de Wallison Gontijo, projeto gráfico de Mário Vinícius e preparação dos originais de Prussiana Fernandes.
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