A ILHA
- Autor(a): Mafra Carbonieri
- Editora: Editora Reformatório
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AUTOR: Mafra Carbonieri
ISBN: 9788566887815
ANO DE EDIÇÃO: 2024
PÁGINAS: 224
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.4
PESO: 340G
ISBN: 9788566887815
ANO DE EDIÇÃO: 2024
PÁGINAS: 224
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.4
PESO: 340G
Publicado originalmente em volume único (608 páginas) em 1994, e vencedor de diversos prêmios literários importantes da época, o motim se dá na ala para prisioneiros políticos da Colônia Correcional da Ilha dos Sinos, em 1977, causando a morte de 300 pessoas, mas a censura militar reduz a cifra divulgada a apenas 30.
Esta nova edição ganhou uma revista intensa do autor, que dividiu a história em 3 narrativas que, apesar de independentes, se fecham numa longa obra: no primeiro volume "A ilha" acontecem os crimes que levarão os condenados ao seu destino; um presídio numa ilha distante do Atlântico. No segundo volume "Os ilhados", os presos se deparam com um grande problema: o aparecimento de milhares de ratos. Para tentar resolver ou amenizar o ocorrido, o diretor do presídio, o capitão Lair Matias resolve oferecer um dia de liberdade - na ilha - a cada preso que entregar trinta roedores inteiros - vivos ou mortos. Desde então a praga passa a significar dinheiro, tornando-se moeda de troca por bens mais duráveis que apenas um dia de liberdade, dando início a uma Bolsa de Valores de ratos, mas também novas disputas e crimes internos. Por fim, no último volume, "Á agua dos afogados", o motim, visto e interpretado pelo detento José Lourenço, bibliotecário do presídio, mudo, culto, viciado em lucidez, condenado a uma reclusão de 180 anos, e personagens secundárias percorrem todos os espaços "vazios" das narrativas anteriores, assegurando desse modo a unidade romanesca.
Esta nova edição ganhou uma revista intensa do autor, que dividiu a história em 3 narrativas que, apesar de independentes, se fecham numa longa obra: no primeiro volume "A ilha" acontecem os crimes que levarão os condenados ao seu destino; um presídio numa ilha distante do Atlântico. No segundo volume "Os ilhados", os presos se deparam com um grande problema: o aparecimento de milhares de ratos. Para tentar resolver ou amenizar o ocorrido, o diretor do presídio, o capitão Lair Matias resolve oferecer um dia de liberdade - na ilha - a cada preso que entregar trinta roedores inteiros - vivos ou mortos. Desde então a praga passa a significar dinheiro, tornando-se moeda de troca por bens mais duráveis que apenas um dia de liberdade, dando início a uma Bolsa de Valores de ratos, mas também novas disputas e crimes internos. Por fim, no último volume, "Á agua dos afogados", o motim, visto e interpretado pelo detento José Lourenço, bibliotecário do presídio, mudo, culto, viciado em lucidez, condenado a uma reclusão de 180 anos, e personagens secundárias percorrem todos os espaços "vazios" das narrativas anteriores, assegurando desse modo a unidade romanesca.
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