A REPÚBLICA DOS BONS SENTIMENTOS
- Autor(a): Michel Maffesoli
- Editora: Iluminuras
R$ 69,00
FORMAS DE PAGAMENTO
Pix
1 x sem juros de R$ 69,00 no Pix
Cartão de Credito
1 x sem juros de R$ 69,00 no Cartão de Credito
Boleto
1 x sem juros de R$ 69,00 no Boleto
R$ 69,00
Quantidade
Produto Indisponível
Avise-me quando chegar
AUTOR: MICHEL MAFFESOLI
TRADUÇÃO: ANA GOLDBERGER
ANO DE EDIÇÃO: 2000
ISBN: 9788573213072
PÁGINAS: 128
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 16 X 23
PESO: 199G
TRADUÇÃO: ANA GOLDBERGER
ANO DE EDIÇÃO: 2000
ISBN: 9788573213072
PÁGINAS: 128
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 16 X 23
PESO: 199G
Este é um Maffesoli diferente, polêmico e que não receia ser, até mesmo, panfletário. Seu alvo é o pensamento conformado com as conquistas teóricas dos séculos passados que não servem mais para entender a época contemporânea. Discutindo com o Pensamento Oficial, Michel Maffesoli investe contra o politicamente correto, isto é, contra as ideias que se repetem acriticamente.ensamento conformado com as conquistas teóricas dos séculos passados que não mais servem para entender a época contemporânea. Discutindo com o Pensamento Oficial, Michel Maffesoli investe contra o politicamente correto, o moralmente correto e todas as formas do bem-pensar, isto é, contra as ideias feitas que se transmitem e se repetem acriticamente.Mesmo que se discorde dele e ele investe aqui contra quase tudo, de modo incisivo--, este texto oferece-se como exercício para a razão e o espírito ao assumir a forma de uma variante do convite essencial feito por Wittgenstein: pensar sempre de outro modo, mudar sempre a perspectiva pela qual se veem as coisas.De fato, em particular no modo de pensar a cultura e a arte, mas não apenas nele, velhas ideias prevalecem intatas, sem pudor e sem que a maioria pareça dar-se conta da defasagem. Pensa-se e atua-se no século XXI como se ainda predominasse o cenário do XIX. Moralismos, comodismos intelectuais e dejetos ideológicos mal digeridos tolhem a visão do novo e produzem o exato oposto do que dizem defender. Na França, nos EUA e no Brasil como, um pouco, por toda parte. O resultado tem sido um já longo processo de domesticação da cultura e da arte. Um exemplo disso é, no Brasil, a busca de patrocínio mediante uma justificativa e um pretexto sociais retirados do universo dos bons sentimentos mas que geram largas inconveniências societais, para usar o termo de Maffesoli, e um profundo mal-estar nessa mesma cultura e nessa mesma arte.Reconhecer o novo e descobrir novas formas de pensá-lo e, se necessário, inventar novas formas de fazê-lo— é essencial sobretudo para os que pensam a ação cultural e se dedicam à difícil tarefa de definir políticas culturais. A questão básica aqui contin
TEMPORADA NO INFERNO
TEMPORADA NO FUTURO
TEMPORADA CONTRA TIRANIA