A SOCIEDADE DO ARTISTA: ATIVISMO, MORTE E MEMÓRIA DA ARTE
- Autor(a): Stéphane Huchet
- Editora: Editora 34
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ISBN: 9786555251609
ANO DE EDIÇÃO: 2023
PÁGINAS: 424
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.5
PESO: 461G
ANO DE EDIÇÃO: 2023
PÁGINAS: 424
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.5
PESO: 461G
Observador privilegiado da cena artística contemporânea, Stéphane Huchet, formado pela EHESS em Paris e professor titular de História da Arquitetura e Teoria da Arte na UFMG, apura e explicita em A sociedade do artista os principais impasses e desafios que envolvem a produção, a recepção e a própria conceituação da arte no mundo hoje.
Tomando como referência as reflexões de Joseph Beuys, Enzo Cucchi e Jannis Kounellis em seu encontro na Basileia em 1985, Huchet investiga em onze capítulos — e uma inspirada coda — as relações entre arte, ativismo artístico, regimes estéticos, utopia social e a emergência dos artistas-do-comum, reservando uma atenção especial às interrogações acerca do fim da arte e do fazer do artista, autoridade simbólica cujo ofício dialoga constantemente com a moral e que resiste a todas as tentativas de denegação.
Com análises precisas de um grande número de obras e autores — de Baudelaire a Mário Pedrosa, de Hélio Oiticica a Peter Greenaway, de Allan Kaprow a Jacques Rancière, do abade Du Bos a Jeff Wall, para citar apenas alguns —, o diálogo atento de Stéphane Huchet com as permanências e as metamorfoses da teoria da arte lhe permite mostrar como certas preocupações atuais encontram em enunciados antigos seus mais insuspeitos fundamentos, atacando de frente a ilusão do novo ou o apagamento histórico hoje em voga.
Tomando como referência as reflexões de Joseph Beuys, Enzo Cucchi e Jannis Kounellis em seu encontro na Basileia em 1985, Huchet investiga em onze capítulos — e uma inspirada coda — as relações entre arte, ativismo artístico, regimes estéticos, utopia social e a emergência dos artistas-do-comum, reservando uma atenção especial às interrogações acerca do fim da arte e do fazer do artista, autoridade simbólica cujo ofício dialoga constantemente com a moral e que resiste a todas as tentativas de denegação.
Com análises precisas de um grande número de obras e autores — de Baudelaire a Mário Pedrosa, de Hélio Oiticica a Peter Greenaway, de Allan Kaprow a Jacques Rancière, do abade Du Bos a Jeff Wall, para citar apenas alguns —, o diálogo atento de Stéphane Huchet com as permanências e as metamorfoses da teoria da arte lhe permite mostrar como certas preocupações atuais encontram em enunciados antigos seus mais insuspeitos fundamentos, atacando de frente a ilusão do novo ou o apagamento histórico hoje em voga.
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TEMPORADA NO FUTURO
TEMPORADA CONTRA TIRANIA