Aristóteles Ethica Nicomachea V I - I 5 - Tratado da Justiça
- Autor(a): Marco Zingano
- Editora: Odysseus
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ANO DE EDIÇÃO: 2017
ISBN: 9788578760588
PÁGINAS: 292
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 16 X 23
PESO: 101G
ISBN: 9788578760588
PÁGINAS: 292
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 16 X 23
PESO: 101G
O presente trabalho é uma tradução comentada do livro V da Ethica Nicomachea. O livro V é um estudo à parte, que pode ser examinado em si mesmo e intitulado Tratado da Justiça, pois não somente este é o tema exclusivo de análise de todo o texto, como o próprio Aristóteles se refere a ele como a investigação sobre o justo (EE II 10 1227a2-3). O Tratado está claramente inserido no exame das virtudes particulares, que inicia em EN III 9 e tem como desfecho o exame da justiça enquanto virtude particular (V 1-15). Ademais, a noção de justiça é central para toda filosofia moral, visto ser a principal virtude ética cooperativa e, destarte, ser a noção de referência para a análise das figuras morais de reconhecimentodo outro enquanto tal. Assim, é mais do que natural que Aristóteles dedique um livro inteiro para examinar noção tão central à filosofia moral. Mais ainda, a justiça serve igualmente de pivô para os estudos aristotélicos de ética e de filosofia política, pois esta última concentra seus esforços no exame das constituições e, para tanto, depende crucialmente da noção de constituição justa, cuja concepção se faz em estrita referência à noção de justiça, cujo lugar conceitual éprecisamente a filosofia moral ou, mais especificamente, o livro V da EN. Não é assim um acaso que, dentre os estudos de moral, o Tratado da Justiça seja o livro mais citado na Política. do outro enquanto tal. Assim, é mais do que natural que Aristóteles dedique um livro inteiro para examinar noção tão central à filosofia moral. Mais ainda, a justiça serve igualmente de pivô para os estudos aristotélicos de ética e de filosofia política, pois esta última concentra seus esforços no exame das constituições e, para tanto, depende crucialmente da noção de constituição justa, cuja concepção se faz em estrita referência à noção de justiça, cujo lugar conceitual éprecisamente a filosofia moral ou, mais especificamente, o livro V da EN. Não é assim um acaso que, dentre os estudos de moral, o Tratado da Justiça seja o livro mais citado na Política.
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