Brasil no espectro de uma guerra híbrida, O
- Autor(a): Leirner, Piero C.
- Editora: Alameda
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ANO DE EDIÇÃO: 2020
ISBN: 9786586081022
PÁGINAS: 330
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 16 X 23
PESO: 400G
ISBN: 9786586081022
PÁGINAS: 330
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 16 X 23
PESO: 400G
"Militares, operações psicológicas e política em uma perspectiva etnográfica
O antropólogo Piero C. Leirner trata de um tema novo em sua obra, a assim chamada Guerra Híbrida, e o modo que ela está sendo realizada no Brasil.
Não se trata deuma “guerra clássica”, com fogo, mas de uma guerra que visa sobretudo a captura e neutralização de mentes. Suas “bombas” são antes de tudo informacionais, visam causar dissonâncias cognitivas e induzir as pessoas a vieses comportamentais:percepção, decisão e ação passam a trabalhar a favor de quem ataca. Seu objetivo último é o que se chama nas teorias desse tipo de guerra de uma “dominação de espectro total”. Essa ideia de “totalidade” está no âmago da Guerra Híbrida: nãohá mais a separação entre guerra e política, ou “tempo de guerra/tempo de paz”; todos passam a ser, voluntária ou involuntariamente, combatentes; e não se vê exatamente nem seu princípio, nem seu fim.
A hipótese central aqui levantada é que o Brasil foi, e é, um laboratório onde es
O antropólogo Piero C. Leirner trata de um tema novo em sua obra, a assim chamada Guerra Híbrida, e o modo que ela está sendo realizada no Brasil.
Não se trata deuma “guerra clássica”, com fogo, mas de uma guerra que visa sobretudo a captura e neutralização de mentes. Suas “bombas” são antes de tudo informacionais, visam causar dissonâncias cognitivas e induzir as pessoas a vieses comportamentais:percepção, decisão e ação passam a trabalhar a favor de quem ataca. Seu objetivo último é o que se chama nas teorias desse tipo de guerra de uma “dominação de espectro total”. Essa ideia de “totalidade” está no âmago da Guerra Híbrida: nãohá mais a separação entre guerra e política, ou “tempo de guerra/tempo de paz”; todos passam a ser, voluntária ou involuntariamente, combatentes; e não se vê exatamente nem seu princípio, nem seu fim.
A hipótese central aqui levantada é que o Brasil foi, e é, um laboratório onde es
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