CARTAS A UM JOVEM BAILARINO
- Autor(a): Maurice Béjart e Roberto Borges
- Editora: Editora Ercolano
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ISBN: 9786585960267
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 64
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 15 X 0.4
PESO: 122G
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 64
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 15 X 0.4
PESO: 122G
SOBRE O LIVROPela primeira vez publicado no Brasil, o livro Cartas a um jovem bailarino reúne uma série de cartas escritas pelo artista francês Maurice Béjart (1927-2007), um dos maiores coreógrafos do século XX. A obra, traduzida por Roberto Borges, celebra a filosofia artística do autor e apresenta uma reflexão sobre a jornada do artista, os desafios que moldam a criação e a necessidade de viver plenamente para que a arte aconteça.
Com ilustrações do artista visual Bruno Passos, o livro conta com sete cartas curtas e de fácil leitura, nas quais Béjart parte da dança para questionar a relação entre técnica e criação, forma e conteúdo na arte. A dança, para ele, não é apenas uma disciplina física, mas um caminho de autoconhecimento e transcendência. Influenciado pelo sufismo de Rumi e pela poesia persa, o coreógrafo vê a arte como uma ponte entre o visível e o invisível, entre o corpo e o espírito, entre o instante e a eternidade.“A arte vive de restrições às quais apenas o artista, no entanto, pode (e deve) impor a si mesmo; a liberdade é ilusão em estado primário, a disciplina é indispensável para encontrar, ao final de uma trajetória de renúncia, a verdadeira liberdade.”Maurice BéjartCartas a um jovem bailarino, Carta IV, p. 33-SINOPSEInspirado na obra Cartas a um jovem poeta, de Rainer Maria Rilke (1875-1926), Maurice Béjart estabelece, em Cartas a um jovem bailarino, um diálogo epistolar com um aspirante à dança e o orienta não apenas sobre a técnica, mas sobre a formação do espírito e da sensibilidade. Para ele, a arte nasce do encontro entre a experiência e a busca incessante por algo maior. Cada gesto, cada movimento, cada ideia tem raízes naquilo que o artista viveu, sentiu e compreendeu do mundo.
Seguindo essa lógica, Béjart parte de experiências pessoais – uma viagem à Índia, entrevistas a jornalistas, a criação de sua primeira companhia de dança, entre outras –, para tecer reflexões reveladoras sobre a arte e o processo criativo. Reflexões que partem da dança, mas se aplicam à jornada de todo tipo de artista. Afinal, para Béjart, um grande artista é antes de tudo um grande homem; a grandeza na criação vem da grandeza da experiência, da entrega total àquilo que se faz, da capacidade de se abrir ao desconhecido e, a partir disso, construir algo que toque a essência do humano.-SOBRE O AUTORMaurice Béjart (1927-2007) nasceu em Marselha, na França. Iniciou sua carreira como bailarino em 1946, em Vichy. A partir de 1955, começou a se destacar como cor
Com ilustrações do artista visual Bruno Passos, o livro conta com sete cartas curtas e de fácil leitura, nas quais Béjart parte da dança para questionar a relação entre técnica e criação, forma e conteúdo na arte. A dança, para ele, não é apenas uma disciplina física, mas um caminho de autoconhecimento e transcendência. Influenciado pelo sufismo de Rumi e pela poesia persa, o coreógrafo vê a arte como uma ponte entre o visível e o invisível, entre o corpo e o espírito, entre o instante e a eternidade.“A arte vive de restrições às quais apenas o artista, no entanto, pode (e deve) impor a si mesmo; a liberdade é ilusão em estado primário, a disciplina é indispensável para encontrar, ao final de uma trajetória de renúncia, a verdadeira liberdade.”Maurice BéjartCartas a um jovem bailarino, Carta IV, p. 33-SINOPSEInspirado na obra Cartas a um jovem poeta, de Rainer Maria Rilke (1875-1926), Maurice Béjart estabelece, em Cartas a um jovem bailarino, um diálogo epistolar com um aspirante à dança e o orienta não apenas sobre a técnica, mas sobre a formação do espírito e da sensibilidade. Para ele, a arte nasce do encontro entre a experiência e a busca incessante por algo maior. Cada gesto, cada movimento, cada ideia tem raízes naquilo que o artista viveu, sentiu e compreendeu do mundo.
Seguindo essa lógica, Béjart parte de experiências pessoais – uma viagem à Índia, entrevistas a jornalistas, a criação de sua primeira companhia de dança, entre outras –, para tecer reflexões reveladoras sobre a arte e o processo criativo. Reflexões que partem da dança, mas se aplicam à jornada de todo tipo de artista. Afinal, para Béjart, um grande artista é antes de tudo um grande homem; a grandeza na criação vem da grandeza da experiência, da entrega total àquilo que se faz, da capacidade de se abrir ao desconhecido e, a partir disso, construir algo que toque a essência do humano.-SOBRE O AUTORMaurice Béjart (1927-2007) nasceu em Marselha, na França. Iniciou sua carreira como bailarino em 1946, em Vichy. A partir de 1955, começou a se destacar como cor
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