CARTAS DE GUERRA
- Autor(a): Jacques Vaché
- Editora: 100/cabeças
R$ 32,00
FORMAS DE PAGAMENTO
Pix
1 x sem juros de R$ 32,00 no Pix
Cartão de Credito
Boleto
1 x sem juros de R$ 32,00 no Boleto
AUTOR: JACQUES VACHÉ
TRADUÇÃO: DIOGO CARDOSO
ILUSTRAÇÃO: ALEX JANUÁRIO / BEEAU GOMÉZ
ANO DE EDIÇÃO: 2021
ISBN: 9786587451039
PÁGINAS: 156
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 11 X 18
PESO: 136G
TRADUÇÃO: DIOGO CARDOSO
ILUSTRAÇÃO: ALEX JANUÁRIO / BEEAU GOMÉZ
ANO DE EDIÇÃO: 2021
ISBN: 9786587451039
PÁGINAS: 156
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 11 X 18
PESO: 136G
Dândi anglômano, autor sem obra e precursor do Surrealismo, Jacques Vaché (1895-1919) inicia sua rebelião contra a sociedade e o sistema literário burgueses já em Nantes, em 1913.A atitude aristocrática de Vaché, além de sua capacidade em reduzir “a uma escala derrisória” tudo aquilo que geralmente “se dava grande importância”, impactou profundamente André Breton, que enxergava na atitude do amigo “a forma mais evoluída do dandismo”. Não à toa, Breton redigirá no Primeiro Manifesto do Surrealismo a seguinte asserção: “Vaché é surrealista em mim”. Será ainda Breton que, em 1919, após a morte de Vaché, empreenderá a publicação das cartas do amigo endereçadas a Fraenkel, Aragon e também ao próprio autor dos Manifestos do Surrealismo. Elas aparecerão primeiramente na revista Littérature, seguida da publicação em um único volume pelas edições Au Sans Pareil, em setembro desse mesmo ano, sob o título Lettres de Guerre. ano, sob o título “Lettres de guerre”.O tradutor Diogo Cardoso, que também assina o texto “Câmara de ecos, vozes polifônicas e correias de transmissão: O caso J. Vaché”, acrescenta à apresentação deste oficial “pacifista e antimilitar”, seu estado de espírito em busca de “entreter-se em um momento de merecido descanso”, ensaiando cartas aos jovens poetas com indiferença “à catástrofe ao seu redor”.Nessa edição, além das cartas, escritos e desenhos do autor, os leitores encontrarão testemunhos poéticos na seção “Vaché, o surrealista em nós”, com textos escritos por André Breton, Louis Aragon, Paul Nougé, Marcus R. Salgado e Elvio Fernandes, seguidos do posfácio “O século bola de neve de Jacques Vaché”, de Georges Sebbag. Constam ainda nesta edição collages de Alex Januário sobre pinturas de Beeau Goméz.Jacques Vaché estava na Máquina de Desmiolar desde sua rebelião contra a sociedade e o sistema literário burguês em 1913, até encontrar “a morte em um momento de reflexão”. Ao final do livro, Sebbag pergunta: “quem é Vaché? Um adepto do gesto e um dilacerador de obras?”. Ninguém responde, nem sai ileso da leitura dessas cartas, afinal a “impassível canastrice” do autor só permite a insensibilidade. No máximo, como escreveu Aragon, termina-se o presente livro com ciúme do morto.Tradução: Diogo CardosoFortuna crítica: Georges Sebbag, André Breton, Louis Aragon, Elvio Fernandes, Marcus Rogério Salgado
TEMPORADA NO INFERNO
TEMPORADA NO FUTURO
TEMPORADA CONTRA TIRANIA