CLAUDIA WONDER, FLOR DO ASFALTO
- Autor(a): Dácio Pinheiro, Amara Moira e Neto Lucon
- Editora: Editora Ercolano
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ISBN: 9786585960236
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 184
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 19 X 2.5
PESO: 260G
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 184
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 19 X 2.5
PESO: 260G
SOBRE O LIVROFlor do asfalto é uma compilação de entrevistas com a multiartista e ativista travesti Claudia Wonder, concedidas ao cineasta Dácio Pinheiro. Em tom intimista, os depoimentos foram compilados entre 2003 e 2008, época em que Dácio produziu seu primeiro longa-metragem, o documentário Meu Amigo Claudia (2009), sobre a vida e a obra da amiga.
Com entrevista inéditas, o livro aprofunda e complementa a narrativa, revelando a personalidade multifacetada e a atuação de uma artista plural: ao longo de sua carreira, Claudia dublou divas em cabarés, participou de montagens no teatro de vanguarda com José Celso Martinez Corrêa, atuou em filmes cult, pornochanchadas, posou nua e marcou o rock alternativo paulistano com performances antológicas. Percorrendo toda a sua vida, a obra compõe um retrato raro do movimento LGBTI+ no Brasil neste período, com destaque para a cena cultural paulistana dos anos 1980 e 1990.
A imagem da flor que brota no asfalto entre tantas adversidades, que dá título à publicação, era cara à própria Claudia. Afinal, essa alegoria reflete sua vida, na qual equilibrou delicadeza e força no combate às imposições de gênero, questionando sempre as intolerâncias e violências de um país na época tomado pelo regime militar. Claudia era avessa a todo tipo de rótulo e foi uma figura fundamental na luta pelos direitos LGBTI+ até seu falecimento, em 2010.
Fartamente ilustrado com fotografias e recortes de jornais, o livro conta com prefácio da escritora Amara Moira, no qual destaca a importância de Claudia na pavimentação e ampliação de um caminho para as travestis do futuro; apresentação de Dácio Pinheiro, que narra detalhes sobre seu encontro com a artista e sobre a gravação do documentário; e posfácio do jornalista Neto Lucon, que revela como era a Claudia em seu cotidiano e como foram seus últimos momentos. A edição também é composta de depoimentos de amigos e personalidades que conviveram com a artista, poemas de Glauco Mattoso e uma crônica de Caio Fernando Abreu dedicados a ela.-SINOPSEA partir da voz da própria Claudia Wonder, Flor do asfalto narra a vida da multiartista e militante desde seu nascimento em 1955, em São Paulo, até seu falecimento em 2010. Ao longo dos capítulos, Claudia aborda sua vida pessoal e profissional e conta sobre como se entendeu travesti e como, prestes a fazer 50 anos, descobriu que havia nascido como pessoa intersexo.
Repleta de dúvidas e nuances, sua relação com o próprio gênero se reflete em sua carreira. A ar
Com entrevista inéditas, o livro aprofunda e complementa a narrativa, revelando a personalidade multifacetada e a atuação de uma artista plural: ao longo de sua carreira, Claudia dublou divas em cabarés, participou de montagens no teatro de vanguarda com José Celso Martinez Corrêa, atuou em filmes cult, pornochanchadas, posou nua e marcou o rock alternativo paulistano com performances antológicas. Percorrendo toda a sua vida, a obra compõe um retrato raro do movimento LGBTI+ no Brasil neste período, com destaque para a cena cultural paulistana dos anos 1980 e 1990.
A imagem da flor que brota no asfalto entre tantas adversidades, que dá título à publicação, era cara à própria Claudia. Afinal, essa alegoria reflete sua vida, na qual equilibrou delicadeza e força no combate às imposições de gênero, questionando sempre as intolerâncias e violências de um país na época tomado pelo regime militar. Claudia era avessa a todo tipo de rótulo e foi uma figura fundamental na luta pelos direitos LGBTI+ até seu falecimento, em 2010.
Fartamente ilustrado com fotografias e recortes de jornais, o livro conta com prefácio da escritora Amara Moira, no qual destaca a importância de Claudia na pavimentação e ampliação de um caminho para as travestis do futuro; apresentação de Dácio Pinheiro, que narra detalhes sobre seu encontro com a artista e sobre a gravação do documentário; e posfácio do jornalista Neto Lucon, que revela como era a Claudia em seu cotidiano e como foram seus últimos momentos. A edição também é composta de depoimentos de amigos e personalidades que conviveram com a artista, poemas de Glauco Mattoso e uma crônica de Caio Fernando Abreu dedicados a ela.-SINOPSEA partir da voz da própria Claudia Wonder, Flor do asfalto narra a vida da multiartista e militante desde seu nascimento em 1955, em São Paulo, até seu falecimento em 2010. Ao longo dos capítulos, Claudia aborda sua vida pessoal e profissional e conta sobre como se entendeu travesti e como, prestes a fazer 50 anos, descobriu que havia nascido como pessoa intersexo.
Repleta de dúvidas e nuances, sua relação com o próprio gênero se reflete em sua carreira. A ar
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