CONTRA/POLÍTICAS DA ALQUIMIA
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ISBN: 9786584744264
ANO DE EDIÇÃO: 2023
PÁGINAS: 96
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 19 X 1.5
PESO: 900G
ANO DE EDIÇÃO: 2023
PÁGINAS: 96
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 19 X 1.5
PESO: 900G
Em Contra/políticas da alquimia, Andityas Matos resgata potências políticas an-árquicas e radicais da alquimia – há séculos capturada por dispositivos reducionistas típicos de interpretações historiográficas – por meio da crítica do mito que diz que a alquimia teria sido uma espécie de antecessora da química moderna.
A alquimia não remete a um passado primitivo a ser superado, mas a um futuro aberto e em disputa. Não é antecedente, mas sim um corpo total – porém não totalizante – de conhecimentos que se põe ao lado da filosofia, da pintura, da literatura, da mitologia, da religião e da música para nos oferecer uma imagem do real capaz de superar dualismos, apontando para uma experiência da mistura que nos leva a perceber que, como se diz na Tábua de esmeralda, “o que está abaixo é como o que está acima e o que está acima é como o que está abaixo”.
De modo a possibilitar essa repolitização de um campo do pensamento sistematicamente despotencializado pela tradição racionalista ocidental, a alquimia é retomada em uma perspectiva estético-filosófica (des)constituída graças à leitura de seus principais textos originais e às ideias de filósofos como Spinoza, Bataille, Benjamin, Deleuze & Guattari e Agamben, entre outros.
Esta edição é complementada com a reprodução de raríssimas gravuras de tratados alquímicos dos séculos XVII e XVIII, fazendo referência a inspiração originária dos alquimistas, para quem a escrita, para se tornar vida, precisa do concurso das imagens e da música – o que nos permite dançar para o divino que somos nós mesmos.
A alquimia não remete a um passado primitivo a ser superado, mas a um futuro aberto e em disputa. Não é antecedente, mas sim um corpo total – porém não totalizante – de conhecimentos que se põe ao lado da filosofia, da pintura, da literatura, da mitologia, da religião e da música para nos oferecer uma imagem do real capaz de superar dualismos, apontando para uma experiência da mistura que nos leva a perceber que, como se diz na Tábua de esmeralda, “o que está abaixo é como o que está acima e o que está acima é como o que está abaixo”.
De modo a possibilitar essa repolitização de um campo do pensamento sistematicamente despotencializado pela tradição racionalista ocidental, a alquimia é retomada em uma perspectiva estético-filosófica (des)constituída graças à leitura de seus principais textos originais e às ideias de filósofos como Spinoza, Bataille, Benjamin, Deleuze & Guattari e Agamben, entre outros.
Esta edição é complementada com a reprodução de raríssimas gravuras de tratados alquímicos dos séculos XVII e XVIII, fazendo referência a inspiração originária dos alquimistas, para quem a escrita, para se tornar vida, precisa do concurso das imagens e da música – o que nos permite dançar para o divino que somos nós mesmos.
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