CORONELISMO ENXADA E VOTO
- Autor(a): Victor Nunes Leal
- Editora: Companhia das Letras
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AUTOR: VICTOR NUNES LEAL
ANO DE EDIÇÃO: 2012
ISBN: 9788535921304
PÁGINAS: 368
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: -1 X -1
PESO: 450G
ANO DE EDIÇÃO: 2012
ISBN: 9788535921304
PÁGINAS: 368
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: -1 X -1
PESO: 450G
Um dos marcos inaugurais da moderna ciência política no Brasil, Coronelismo, enxada e voto continua pleno de validade mais de sessenta anos após sua primeira publicação - a despeito do desaparecimento quase completo do país agrário que o inspirou. O rigor demonstrado por Victor Nunes Leal em sua interpretação de documentos históricos, legislações e dados estatísticos (então novidade nos trabalhos de ciências humanas realizados no país); a escrita fluente, livre de empáfia bacharelesca e torneada segundo a melhor tradição do ensaísmo de interpretação nacional; os insights inéditos sobre a estrutura sistêmica do coronelismo, que transcendia o âmbito do mandonismo local para entranhar-se nos mais elevados escalões da República: diversos são os méritos deste livro, concebido como tese de concurso para a cátedra de política da antiga Universidade do Brasil (atual UFRJ), onde Nunes Leal ensinou entre 1943 e 1969. O coronelismo, sistema arcaico e brutal, foi o principal sustentáculo político méritos deste livro, concebido como tese de concurso para a cátedra de política da antiga Universidade do Brasil (atual UFRJ), onde Nunes Leal ensinou entre 1943 e 1969. O coronelismo, sistema arcaico e brutal, foi o principal sustentáculo político da República Velha (1889-1930). Segundo o autor, a concessão do oficialato da Guarda Nacional - milícia imperial criada em 1831 - aos grandes proprietários de terras e escravos selou a ilegítima aliança entre o poder público e os interesses privados desses mandachuvas. Já na República, os ex-cativos e seus descendentes logo se incorporaram à esfera de influência eleitoral dos herdeiros da casa-grande. Desse modo, sucessivos governos estaduais e federais se elegeram com os “votos de cabresto” dos grotões. Embora há muito a supremacia dos caudilhos rurais seja apenas um episódio de nossa história, suas nefastas consequências ainda se fazem sentir na arcaica distribuição fundiária do país.
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