Curva de Rio Sujo
- Autor(a): Joca Reiners Terron
- Editora: Todavia
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AUTOR: JOCA REINERS TERRON
ISBN: 9786556929682
ANO DE EDIÇÃO: 2026
PÁGINAS: 176
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 14 X 1.1
PESO: 240G
ISBN: 9786556929682
ANO DE EDIÇÃO: 2026
PÁGINAS: 176
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 14 X 1.1
PESO: 240G
Mais de duas décadas após o lançamento, este clássico da literatura brasileira ganha nova edição revista pelo autor.
Curva de Rio Sujo, de Joca Reiners Terron, mergulha nas zonas turvas da memória, "entre interiorano e urbano, entre realista e estranho", como afirma o próprio autor em texto inédito para esta edição. Inspirado pelo provérbio matogrossense "curva de rio sujo só junta tranqueira", o livro constrói uma narrativa fragmentária e inquieta, na qual o movimento é constante. Tendo como cenário as cidades em que o autor viveu — seu "mapa da infância" —, a obra evoca aquilo que é "mais realista que a própria realidade", como pressente um dos personagens. "Percebemos nestas ficções algo do olhar daquele menino que, mesmo ingênuo, é impuro, como todos somos impuros. E vemos Curva de Rio Sujo nos seus segredos menores, revirando, com curiosidade insensata, tudo o que encalha nas margens", observa a jornalista e escritora Paulliny Tort. Republicado pouco mais de duas décadas após sua primeira edição, o livro retorna acrescido de um posfácio da pesquisadora Regina Dalcastagnè e revisto pelo próprio autor, com novas narrativas, supressões e sutis deslocamentos. Esta reedição reafirma um dos pontos altos da produção inicial de Joca Reiners Terron, nome fundamental da ficção brasileira contemporânea. “Um livro cujo estado natural parece ser o da metamorfose.” Paulliny Tort “Poucos autores lidam com o tempo, e a memória, com a desenvoltura de Joca Reiners Terron. O que não significa ordenamento e linearidade, mas tampouco o abandono do texto ao caos — o que nos sobra é uma espécie de espanto diante da coisa narrada, como se tudo devesse ser exatamente assim, ainda que nossa experiência com o mundo diga o contrário.” – ” Regina Dalcastagnè
Curva de Rio Sujo, de Joca Reiners Terron, mergulha nas zonas turvas da memória, "entre interiorano e urbano, entre realista e estranho", como afirma o próprio autor em texto inédito para esta edição. Inspirado pelo provérbio matogrossense "curva de rio sujo só junta tranqueira", o livro constrói uma narrativa fragmentária e inquieta, na qual o movimento é constante. Tendo como cenário as cidades em que o autor viveu — seu "mapa da infância" —, a obra evoca aquilo que é "mais realista que a própria realidade", como pressente um dos personagens. "Percebemos nestas ficções algo do olhar daquele menino que, mesmo ingênuo, é impuro, como todos somos impuros. E vemos Curva de Rio Sujo nos seus segredos menores, revirando, com curiosidade insensata, tudo o que encalha nas margens", observa a jornalista e escritora Paulliny Tort. Republicado pouco mais de duas décadas após sua primeira edição, o livro retorna acrescido de um posfácio da pesquisadora Regina Dalcastagnè e revisto pelo próprio autor, com novas narrativas, supressões e sutis deslocamentos. Esta reedição reafirma um dos pontos altos da produção inicial de Joca Reiners Terron, nome fundamental da ficção brasileira contemporânea. “Um livro cujo estado natural parece ser o da metamorfose.” Paulliny Tort “Poucos autores lidam com o tempo, e a memória, com a desenvoltura de Joca Reiners Terron. O que não significa ordenamento e linearidade, mas tampouco o abandono do texto ao caos — o que nos sobra é uma espécie de espanto diante da coisa narrada, como se tudo devesse ser exatamente assim, ainda que nossa experiência com o mundo diga o contrário.” – ” Regina Dalcastagnè
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