DESCIDA AO COTIDIANO - O SURGIMENTO DA ARTE CONTEMPORÂNEA NO JAPÃO
- Autor(a): PEDRO ERBER
- Editora: Zazie
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AUTOR: PEDRO ERBER
ISBN: 9786599797125
ANO DE EDIÇÃO: 1
PÁGINAS: 256
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 2 X 16
PESO: 372G
ISBN: 9786599797125
ANO DE EDIÇÃO: 1
PÁGINAS: 256
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 2 X 16
PESO: 372G
Com olhar ousado sobre o desenvolvimento da vanguarda artística no Japão, Pedro Erber constrói um potente panorama crítico e histórico, verdadeiro guia para uma reflexão sobre as conexões entre o contexto asiático e os caminhos da vanguarda no Brasil. O volume traz ainda um ensaio fotográfico de Hanaga Mitsutoshi, que documentou as atividades da vanguarda japonesa nos anos 1960 e 1970. “O livro de Pedro Erber justapõe estrategicamente múltiplos presentes interligados para oferecer uma visão do mundo internacional moderno e propor um novo método para mapear a ascensão da arte contemporânea. Ao retomar o tema da dialética materialista da contemporaneidade, Erber questiona a suposta posição do Ocidente como o futuro do mundo e centro geopolítico da humanidade.” Naoki Sakai Filósofo, Professor Emérito, Cornell University “Este trabalho coloca Pedro Erber como leitor corajoso, cosmopolita e original dos fatos que precedem e constituem o período em que a arte, no processo de sua globalização nos anos 1960, se robustece pelo apelo à radicalidade da vanguarda histórica. A multifacetada moldura teórica que sustenta suas hipóteses de compreensão do experimento em arte nocauteia a atitude meramente político-partidária do leitor e abre espaço para a figura do espectador, cuja participação passa a ser exigida pelo próprio objeto artístico. Anárquico e metódico, sofisticado e primitivo, o espectador corporifica a positividade em aberto da obra artística que o surpreende no cotidiano. Pedro Erber desconstrói com eficiência as dicotomias opressoras implantadas pela crítica de arte com fundamento sociológico. Propõe reorganizações descentradas dos produtores de arte. Estes se movimentam em várias direções e se articulam por sistemas engenhosos de intercomunicação. Desde já, este livro ganha lugar de destaque na bibliografia da arte no século 20 e se torna nosso companheiro insubstituível.” Silviano Santiago escritor e crítico literário
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