DIAS DE ABANDONO
- Autor(a): ELENA FERRANTE
- Editora: Biblioteca Azul
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AUTOR: ELENA FERRANTE
TRADUÇÃO: FRANCESCA CRICELLI
ANO DE EDIÇÃO: 2016
ISBN: 9788525061836
PÁGINAS: 184
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 14 X 21
PESO: 177G
TRADUÇÃO: FRANCESCA CRICELLI
ANO DE EDIÇÃO: 2016
ISBN: 9788525061836
PÁGINAS: 184
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 14 X 21
PESO: 177G
Após publicar os dois primeiros títulos da tetralogia napolitana (A amiga genial e História do novo sobrenome) da best-seller italiana Elena Ferrante, a Biblioteca Azul lança Dias de abandono, romance com o qual a autora alcançou fama mundial e arrebatou elogios da crítica norte-americana. Na obra, originalmente publicada em 2002 e ainda inédita no Brasil, a escritora escondida pelo misterioso pseudônimo utiliza suas palavras cortantes e sua clareza brutal para percorrer o turbilhão emocional vivido por Olga após um casamento fracassado. Traída e se sentindo abandonada pelo marido, a personagem enfrenta conflitos internos em meio à nuvem cinzenta da desolação e da nova e inquietante realidade que se apresenta.Moradores de um apartamento em Turim, para onde Olga se mudou por conta da carreira profissional do marido, com dois filhos e um cachorro, Mario e Olga viveram ma relação de 15 anos com os altos e baixos de um casamento normal. Sem abalos que evidenciassem um término repentino, Ol passado do casal, repassadas até a exaustão pela protagonista e misturadas à urgência do seu cotidiano completamente destruído. Em Dias de abandono, Ferrante escancara a dor da rejeição moldada pelos sentimentos e particularidades de uma mulher. Em um corajoso e às vezes violento mergulho existencial, Olga vai aos poucos substituindo um atormentado desejo de redenção por algo ainda desconhecido. Antes presa a um personagem construído pela sociedade e por suas próprias expectativas, ela se dá conta de que amou mais justamente quando se sentiu “enganada, humilhada e abandonada”. A raiva pela justificativa mentirosa do marido ao tê-la deixado, que antes parecia acender a urgência do amor, agora o esvazia. No espaço entre esses dois pólos distintos, sem amor, dentro do nada, resta a ela saber se novos sentidos podem tomar formas na urgência da vida.
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