EMMANUEL NASSAR
- Autor(a): Emmanuel Naar
- Editora: COSAC
R$ 310,00
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AUTOR: Emmanuel Naar
ISBN: 9786555900293
ANO DE EDIÇÃO: 2025
ENCADERNAÇÃO: ENCADERNADO
FORMATO: 26.5 X 4
PESO: 1635G
ISBN: 9786555900293
ANO DE EDIÇÃO: 2025
ENCADERNAÇÃO: ENCADERNADO
FORMATO: 26.5 X 4
PESO: 1635G
Catálogo bilíngue dedicado à trajetória de Emmanuel Nassar, um dos nomes centrais da arte contemporânea brasileira, com uma produção que atravessa pintura, escultura, objeto e instalação. Idealizado pelo Instituto TeArt, em coedição com a Cosac, o volume reúne quase trezentas imagens e textos inéditos: de Mateus Nunes, organizador do volume, e dos pesquisadores Pollyana Quintella e Raphael Fonseca; além de uma cronologia crítica atualizada, de autoria de Thierry Freitas, e a republicação de um texto clássico de Ligia Canongia. Com projeto gráfico de Raul Loureiro, esta edição oferece um panorama abrangente da produção multifacetada do artista, lançada como parte das atividades da COP 30, em Belém.
A monografia bilíngue feita em parceria com o Instituto TeArt, Emmanuel Nassar, é a maiscompleta publicação já dedicada à obra do artista paraense, reunindo cinco ensaios inéditos que atravessam sua produção de mais de meio século. Com textos de Mateus Nunes, Pollyana Quintella, Raphael Fonseca, Lígia Canongia e Thierry Freitas, o volume oferece múltiplas leituras sobre um criador cuja trajetória entre Belém e São Paulo construiu uma das linguagens mais singulares da arte brasileira contemporânea.
Em seu ensaio de abertura, “Sideral”, Mateus Nunes analisa a relação entre o universo sideral e o universo do ferro na obra de Nassar. Ao relacionar constelações, placas metálicas e o imaginário amazônico, Nunes interpreta a produção do artista como um diálogo entre a contemplação e a ruína, entre a grandiosidade industrial e a precariedade cotidiana. O texto revela o modo como Nassar transforma materiais sucateados em constelações visuais que articulam crítica ambiental, identidade regional e história da arte.
Em “Rodas, roletas, círculos”, Raphael Fonseca percorre a obsessão de Nassar pelas formas circulares e sua relação com o acaso, o jogo e o tempo. O ensaio aproxima o artista de referências da cultura popular e do pop internacional, investigando como suas “rodas da fortuna” traduzem o Brasil moderno. Já Pollyana Quintella, em A máquina de processar diferenças, examina o modo como Nassar articula o precário e o sofisticado, o artesanal e o industrial, propondo uma reflexão sobre as hierarquias estéticas e sobre a potência crítica da gambiarra como linguagem artística.
Com olhar histórico e conceitual, Lígia Canongia, em “Emmanuel Nassar — um popbrasileiro?”, discute a ironia e o humor com que o artista tensiona o legado construtivo e o imaginário popular, situando sua
A monografia bilíngue feita em parceria com o Instituto TeArt, Emmanuel Nassar, é a maiscompleta publicação já dedicada à obra do artista paraense, reunindo cinco ensaios inéditos que atravessam sua produção de mais de meio século. Com textos de Mateus Nunes, Pollyana Quintella, Raphael Fonseca, Lígia Canongia e Thierry Freitas, o volume oferece múltiplas leituras sobre um criador cuja trajetória entre Belém e São Paulo construiu uma das linguagens mais singulares da arte brasileira contemporânea.
Em seu ensaio de abertura, “Sideral”, Mateus Nunes analisa a relação entre o universo sideral e o universo do ferro na obra de Nassar. Ao relacionar constelações, placas metálicas e o imaginário amazônico, Nunes interpreta a produção do artista como um diálogo entre a contemplação e a ruína, entre a grandiosidade industrial e a precariedade cotidiana. O texto revela o modo como Nassar transforma materiais sucateados em constelações visuais que articulam crítica ambiental, identidade regional e história da arte.
Em “Rodas, roletas, círculos”, Raphael Fonseca percorre a obsessão de Nassar pelas formas circulares e sua relação com o acaso, o jogo e o tempo. O ensaio aproxima o artista de referências da cultura popular e do pop internacional, investigando como suas “rodas da fortuna” traduzem o Brasil moderno. Já Pollyana Quintella, em A máquina de processar diferenças, examina o modo como Nassar articula o precário e o sofisticado, o artesanal e o industrial, propondo uma reflexão sobre as hierarquias estéticas e sobre a potência crítica da gambiarra como linguagem artística.
Com olhar histórico e conceitual, Lígia Canongia, em “Emmanuel Nassar — um popbrasileiro?”, discute a ironia e o humor com que o artista tensiona o legado construtivo e o imaginário popular, situando sua
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