MEMÓRIAS DO SUBSOLO
- Autor(a): Fiódor Dotoiévki,
- Editora: Editora Antofágica
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AUTOR: Fiódor Dotoiévki,
ISBN: 9786551380068
ANO DE EDIÇÃO: 2025
ENCADERNAÇÃO: ENCADERNADO
FORMATO: 21 X 2
PESO: 480G
ISBN: 9786551380068
ANO DE EDIÇÃO: 2025
ENCADERNAÇÃO: ENCADERNADO
FORMATO: 21 X 2
PESO: 480G
E se a consciência fosse uma prisão? Em Memórias do subsolo, Dostoiévski inaugura a literatura do homem moderno através de um mergulho na mente de um narrador que se debate entre o orgulho e a autodestruição.> Em meados do século XIX, um funcionário aposentado de São Petersburgo escreve suas confissões. Amargo, contraditório, lúcido, ele se apresenta como um “homem doente” que encontra prazer no sofrimento e no fracasso. Entre digressões filosóficas e lembranças de humilhações, suas memórias revelam a luta contra o racionalismo, a recusa em aceitar leis universais e a busca desesperada por afirmar uma individualidade que só se expressa em paradoxos.
Mais do que um pequeno romance, Memórias do subsolo é um experimento literário: Dostoiévski põe em cena o primeiro “anti-herói existencial”, antecipando debates que ecoaram em Nietzsche, Sartre e Camus. A cada página, o leitor é convocado a encarar o abismo de uma mente que faz da dor um espelho e a se perguntar se também não habita esse subsolo.
A edição da Antofágica conta com tradução direta do russo de Francisco de Araújo e artes a óleo de Kandro (André Albuquerque). A apresentação é assinada por Yuri Al’Hanati, criador do projeto Livrada!, e os posfácios reúnem análises de Claudia Chigres, professora de Letras da PUC-Rio, do crítico de cinema Raul Arthuso e do escritor, professor e youtuber Flávio Ricardo Vassoler, que iluminam os desdobramentos filosóficos e literários desta obra que mudou para sempre a forma de narrar a subjetividade.
Mais do que um pequeno romance, Memórias do subsolo é um experimento literário: Dostoiévski põe em cena o primeiro “anti-herói existencial”, antecipando debates que ecoaram em Nietzsche, Sartre e Camus. A cada página, o leitor é convocado a encarar o abismo de uma mente que faz da dor um espelho e a se perguntar se também não habita esse subsolo.
A edição da Antofágica conta com tradução direta do russo de Francisco de Araújo e artes a óleo de Kandro (André Albuquerque). A apresentação é assinada por Yuri Al’Hanati, criador do projeto Livrada!, e os posfácios reúnem análises de Claudia Chigres, professora de Letras da PUC-Rio, do crítico de cinema Raul Arthuso e do escritor, professor e youtuber Flávio Ricardo Vassoler, que iluminam os desdobramentos filosóficos e literários desta obra que mudou para sempre a forma de narrar a subjetividade.
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