MITOLOGIAS
- Autor(a): Roland Barthes
- Editora: Bertrand Brasil
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ISBN: 9788574320489
ANO DE EDIÇÃO: 2002
PÁGINAS: 258
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.8
PESO: 298G
ANO DE EDIÇÃO: 2002
PÁGINAS: 258
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 1.8
PESO: 298G
A Difel relança uma das obras clássicas de Roland Barthes, Mitologias, com dez novos textos, que não constavam das edições anteriores. Os ensaios foram escritos entre 1954 e 1956 e editados em 1957, mas permanecem atuais. O livro pertence à fase do autor em que ele objetivava analisar e criticar a cultura e a sociedade burguesas. Barthes realizou aqui uma crítica ideológica da linguagem da cultura dita de massa e provocou a primeira desmontagem semiológica dessa linguagem. “Tratando as representações relativas como sistemas de signos seria possível revelar em detalhe a mistificação que transforma a cultura pequeno-burguesa em natureza universal”, diz ele no texto de abertura do livro.
O autor refletiu sobre alguns mitos da vida cotidiana francesa, tendo como ponto de partida um sentimento de impaciência frente ao natural com que a imprensa, a arte, o cinema e o senso comum mascaravam a realidade a serviço de interesses ideológicos. “Confundia-se Natureza com História.” E a noção do mito pareceu ao pensador designar as falsas evidências. Em seus ensaios explorou fatos da atualidade, aspectos do dia-a-dia (o do mundo catch, um prato de cozinha, plásticos, mulheres, crianças, brinquedos, modelos de carro, propaganda) sem se afastar da semiologia. Desmontado o mito, o autor passa a analisá-lo como um sistema semiológico.
Esta edição traz os seguintes textos, inéditos no Brasil: O ator de Harcourt; Dominici ou o triunfo da literatura; Romances e crianças; Paris não foi inundada; Algumas palavras do Sr. Poujade; Adamov e a linguagem; Racine é Racine; O processo Dupriez; A Volta da França como epopéia; e O novo Citroën.
O autor refletiu sobre alguns mitos da vida cotidiana francesa, tendo como ponto de partida um sentimento de impaciência frente ao natural com que a imprensa, a arte, o cinema e o senso comum mascaravam a realidade a serviço de interesses ideológicos. “Confundia-se Natureza com História.” E a noção do mito pareceu ao pensador designar as falsas evidências. Em seus ensaios explorou fatos da atualidade, aspectos do dia-a-dia (o do mundo catch, um prato de cozinha, plásticos, mulheres, crianças, brinquedos, modelos de carro, propaganda) sem se afastar da semiologia. Desmontado o mito, o autor passa a analisá-lo como um sistema semiológico.
Esta edição traz os seguintes textos, inéditos no Brasil: O ator de Harcourt; Dominici ou o triunfo da literatura; Romances e crianças; Paris não foi inundada; Algumas palavras do Sr. Poujade; Adamov e a linguagem; Racine é Racine; O processo Dupriez; A Volta da França como epopéia; e O novo Citroën.
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