MODO DE APANHAR PÁSSAROS À MÃO (NOVA EDIÇÃO)
- Autor(a): MARIA VALÉRIA REZENDE
- Editora: Alfaguara
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AUTOR: MARIA VALÉRIA REZENDE
ISBN: 9788556522597
ANO DE EDIÇÃO: 2026
PÁGINAS: 112
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 23.2 X 0.8
PESO: 202G
ISBN: 9788556522597
ANO DE EDIÇÃO: 2026
PÁGINAS: 112
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 23.2 X 0.8
PESO: 202G
O cotidiano, com seus encontros e desencontros, é a matéria-prima de Modo de apanhar pássaros à mão . Nesta reunião de contos, Maria Valéria Rezende reúne histórias de pessoas comuns sobre relações, escolhas, perdas, afetos e recomeços. Autora vencedora dos prêmios Jabuti e São Paulo de Literatura. Depois da morte de sua vizinha, uma aspirante a escritora cogita assumir a autoria de um manuscrito deixado pela falecida. Percorrendo as ruas de São Paulo, um pai desesperado sai em busca de uma fruta desconhecida para saciar o desejo da esposa. Com a idade já avançada, uma prostituta é atormentada por uma lembrança de infância.
No texto que dá nome ao livro, um fotógrafo não esconde sua arrebatadora fixação pela modelo Íbis. Quando uma colega dela lhe pede ajuda, ele impõe uma única condição: que seja apresentado a Íbis. Não satisfeito com o breve encontro e cegado por sua obsessão, recorre a uma receita do século XVIII, retirada de um livro antigo, para atraí-la a qualquer custo. Desdobrando-se com fluidez e perspicácia, a coletânea chega ao fim com o conto “Melodrama ou a noiva da noite”, uma tragédia sobre desejo, que mostra como as nuances e ambiguidades da alma humana podem ser representadas sem maniqueísmo quando a tarefa está nas mãos de uma escritora tão singular e habilidosa como Maria Valéria Rezende.
No texto que dá nome ao livro, um fotógrafo não esconde sua arrebatadora fixação pela modelo Íbis. Quando uma colega dela lhe pede ajuda, ele impõe uma única condição: que seja apresentado a Íbis. Não satisfeito com o breve encontro e cegado por sua obsessão, recorre a uma receita do século XVIII, retirada de um livro antigo, para atraí-la a qualquer custo. Desdobrando-se com fluidez e perspicácia, a coletânea chega ao fim com o conto “Melodrama ou a noiva da noite”, uma tragédia sobre desejo, que mostra como as nuances e ambiguidades da alma humana podem ser representadas sem maniqueísmo quando a tarefa está nas mãos de uma escritora tão singular e habilidosa como Maria Valéria Rezende.
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