Nada além de flores
- Autor(a): Stefanie-Lahya Aukongo
- Editora: Relicário
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AUTOR: Stefanie-Lahya Aukongo
ISBN: 9786550900687
ANO DE EDIÇÃO: 2026
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 0.8
PESO: 200G
ISBN: 9786550900687
ANO DE EDIÇÃO: 2026
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 0.8
PESO: 200G
Nada além de flores marca a chegada ao Brasil de uma voz fundamental da literatura e performance contemporânea: a escritora, poeta e ativista namibiana-alemã Stephanie-Lahya Aukongo. Traduzida do original alemão por Jess Oliveira e Raquel Alves, a coletânea utiliza a poesia como uma forma de “intromissão” necessária, transformando sentimentos em letras para tensionar as fronteiras entre o íntimo e o político.
Ao dar corpo a vivências marcadas pela diáspora, o livro convida leitoras e leitores a desarmar olhares estereotipados e a reconhecer a sofisticação de uma escrita que, embora sutil como as flores do título, carrega a força insurgente de quem reivindica o direito à própria narrativa. Sua escrita, portanto, parte de uma experiência concreta: crescer entre línguas, países e histórias que não se encaixam facilmente umas nas outras. Seus poemas não procuram resolver esse desencontro, mas trabalham dentro dele.
Ligada à cena de slam poetry na Alemanha, sua poesia carrega marcas da oralidade e da performance. O ritmo, os cortes e as repetições não funcionam como ornamento, mas como estrutura. O resultado é uma poesia que não oferece síntese nem pertencimento fácil, mas insiste em permanecer nesse espaço instável, onde identidade e memória continuam em disputa.
Ao dar corpo a vivências marcadas pela diáspora, o livro convida leitoras e leitores a desarmar olhares estereotipados e a reconhecer a sofisticação de uma escrita que, embora sutil como as flores do título, carrega a força insurgente de quem reivindica o direito à própria narrativa. Sua escrita, portanto, parte de uma experiência concreta: crescer entre línguas, países e histórias que não se encaixam facilmente umas nas outras. Seus poemas não procuram resolver esse desencontro, mas trabalham dentro dele.
Ligada à cena de slam poetry na Alemanha, sua poesia carrega marcas da oralidade e da performance. O ritmo, os cortes e as repetições não funcionam como ornamento, mas como estrutura. O resultado é uma poesia que não oferece síntese nem pertencimento fácil, mas insiste em permanecer nesse espaço instável, onde identidade e memória continuam em disputa.
TEMPORADA NO INFERNO
TEMPORADA NO FUTURO
TEMPORADA CONTRA TIRANIA