NÃO SOU POETA
- Autor(a): Victor Heringer
- Editora: Companhia das Letras
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AUTOR: Victor Heringer
ISBN: 9788535936896
ANO DE EDIÇÃO: 2024
PÁGINAS: 384
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 2.1
PESO: 468G
ISBN: 9788535936896
ANO DE EDIÇÃO: 2024
PÁGINAS: 384
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 21 X 2.1
PESO: 468G
A reunião de poemas — boa parte inéditos em livro — de um dos nomes mais celebrados da literatura contemporânea brasileira.
Embora tenha ficado mais conhecido entre os leitores pelo premiado romance O amor dos homens avulsos, de 2016, a estreia de Victor Heringer em livro foi como poeta. Além de ficção e crônicas, sua produção abrange uma vasta quantidade de poemas, publicados sobretudo na forma de plaquetes por editoras independentes e em séries lançadas exclusivamente na internet.
A experimentação formal, uma das marcas de Victor, está presente em tudo o que ele criou: em sua obra, proliferam mídias, estilos, formatos e modos de dizer, que mostram a liberdade do pensamento de um artista no auge de sua produção. A ousadia e a rebeldia — um inconformismo geral, talvez — estão no cerne de sua expressão criativa. Tudo que parte de sua perspectiva ganha frescor e interesse e serve como convite para enxergarmos o mundo novamente, sem o automatismo de quem já olhou tantas vezes.
Em Não sou poeta, os leitores podem conhecer as maquinações de uma mente inquieta e brilhante. Essas engrenagens aparecem quando Victor contempla o céu e imagina um astronauta a quilômetros de distância, flutuando no silêncio do cosmo, mas também quando se volta para os próprios pés e observa seus sapatos gastos.
Embora tenha ficado mais conhecido entre os leitores pelo premiado romance O amor dos homens avulsos, de 2016, a estreia de Victor Heringer em livro foi como poeta. Além de ficção e crônicas, sua produção abrange uma vasta quantidade de poemas, publicados sobretudo na forma de plaquetes por editoras independentes e em séries lançadas exclusivamente na internet.
A experimentação formal, uma das marcas de Victor, está presente em tudo o que ele criou: em sua obra, proliferam mídias, estilos, formatos e modos de dizer, que mostram a liberdade do pensamento de um artista no auge de sua produção. A ousadia e a rebeldia — um inconformismo geral, talvez — estão no cerne de sua expressão criativa. Tudo que parte de sua perspectiva ganha frescor e interesse e serve como convite para enxergarmos o mundo novamente, sem o automatismo de quem já olhou tantas vezes.
Em Não sou poeta, os leitores podem conhecer as maquinações de uma mente inquieta e brilhante. Essas engrenagens aparecem quando Victor contempla o céu e imagina um astronauta a quilômetros de distância, flutuando no silêncio do cosmo, mas também quando se volta para os próprios pés e observa seus sapatos gastos.
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