O beijo no leproso
- Autor(a): François Mauriac e Ivone Benedetti
- Editora: José Olympio
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AUTOR: FRANÇOIS MAURIAC
ISBN: 9786558472193
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 112
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 20.5 X 0.7
PESO: 140G
ISBN: 9786558472193
ANO DE EDIÇÃO: 2025
PÁGINAS: 112
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 20.5 X 0.7
PESO: 140G
Laureado Nobel de Literatura, François Mauriac expõe a preciosidade de sua escrita ímpar em um romance que reflete o pêndulo da moralidade cristã. Pressionado a se casar aos vinte e três anos, Jean Péloueyre se vê fadado a conviver com a rejeição de sua esposa por toda a vida. Todos, incluindo ele, o acham física e espiritualmente inadequado ao amor. Ainda assim, Jean deseja encontrar o sentido dessa relação mesmo quando tomado pela melancolia, já que morrer sem herdeiros significaria deixar sua fortuna para um primo desagradável. Por isso, ele insiste, com seu jeito discreto e autocrítico, em tornar o matrimônio um pouco menos trágico para Noémi d’Aratiailh.
Noémi, por sua vez, enganou a si mesma com a promessa de casamento com um rapaz de boa família. Não demorou para se perceber sufocada por essa escolha, porém, como cristã devota, sabia que o divórcio era um pecado fora de cogitação. Assim, passou a se esforçar para desenvolver uma forma de amor que transcendesse as aparências. Conseguiu florescer uma compaixão pela figura vacilante do marido, mas, confusa entre a aversão a Jean e o dever religioso, abafar seus outros desejos carnais era ainda mais difícil.
O beijo no leproso é um marco da maturidade literária de François Mauriac e expõe a preciosidade de sua escrita única, capaz de refletir e questionar o pêndulo da moralidade cristã. A tradução de Ivone Benedetti carrega para nossa língua o alto nível da prosa poética do escritor, uma referência irredutível da boa literatura francesa.“Sou um romancista católico. Com a ajuda de um certo dom para criar atmosferas, tentei tornar o universo católico do mal palpável, tangível, perfumado. Se os teólogos forneceram uma ideia abstrata do pecador, eu lhe dei carne e osso.” – François Mauriac, The New York Times“Mauriac foi autor capaz de um ‘mergulho instantâneo na superfície espessa da consciência’. [... É] o maior representante do romance psicológico de tradição francesa.” — Estadão
Noémi, por sua vez, enganou a si mesma com a promessa de casamento com um rapaz de boa família. Não demorou para se perceber sufocada por essa escolha, porém, como cristã devota, sabia que o divórcio era um pecado fora de cogitação. Assim, passou a se esforçar para desenvolver uma forma de amor que transcendesse as aparências. Conseguiu florescer uma compaixão pela figura vacilante do marido, mas, confusa entre a aversão a Jean e o dever religioso, abafar seus outros desejos carnais era ainda mais difícil.
O beijo no leproso é um marco da maturidade literária de François Mauriac e expõe a preciosidade de sua escrita única, capaz de refletir e questionar o pêndulo da moralidade cristã. A tradução de Ivone Benedetti carrega para nossa língua o alto nível da prosa poética do escritor, uma referência irredutível da boa literatura francesa.“Sou um romancista católico. Com a ajuda de um certo dom para criar atmosferas, tentei tornar o universo católico do mal palpável, tangível, perfumado. Se os teólogos forneceram uma ideia abstrata do pecador, eu lhe dei carne e osso.” – François Mauriac, The New York Times“Mauriac foi autor capaz de um ‘mergulho instantâneo na superfície espessa da consciência’. [... É] o maior representante do romance psicológico de tradição francesa.” — Estadão
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