O CADERNO DE MAYA
- Autor(a): Isabel Allende
- Editora: Bertrand Brasil
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AUTOR: ISABEL ALLENDE
TRADUÇÃO: ERNANI SSÓ
ANO DE EDIÇÃO: 2011
ISBN: 9788528615388
PÁGINAS: 434
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: -1 X -1
PESO: 630G
TRADUÇÃO: ERNANI SSÓ
ANO DE EDIÇÃO: 2011
ISBN: 9788528615388
PÁGINAS: 434
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: -1 X -1
PESO: 630G
O novo romance de Isabel Allende, O caderno de Maya, diferentemente de seus tradicionais romances, é passado nos dias atuais. Apresenta a trama de uma garota americana de 19 anos que encontrou refúgio em uma ilha remota da costa do Chile, depois de cair em uma vida de drogas, crime e prostituição. Em seu novo lar, já em processo de calmaria, Maya faz amizade com personagens inesquecíveis, entre eles, um sobrevivente de tortura e um cachorro muito especial. O caderno de Maya é o depoimento escrito pela própria protagonista, Maya Vidal, em que ela conta a perseguição sofrida de assassinos, da polícia, do FBI e da Interpol nos Estados Unidos. Durante o processo narrativo, ela acaba descobrindo um importante segredo familiar, além de compreender o verdadeiro significado do amor e da lealdade. É a jornada através de sua própria alma.Segundo a autora, a inspiração para escrever este livro veio do problema com drogas enfrentado pelos filhos de seu marido. O mais velho enfrentou problemas com cachorro muito especial. E acaba descobrindo um importante segredo familiar, capaz de mudar sua perspectiva sobre os eventos de sua vida. Além de compreender o verdadeiro significado do amor e da lealdade. Segundo Allende, a inspiração para escrever O caderno de Maya veio de eventos reais: o problema com drogas enfrentado pelos filhos de seu marido. O mais velho enfrentou problemas com heroína durante anos, entrando e saindo de diversas clínicas de reabilitação. A filha morreu de overdose, tendo até se prostituído."Sou Maya Vidal, dezenove anos, sexo feminino, solteira, sem namorado — por falta de oportunidade, e não por frescura —, nascida em Berkeley, Califórnia, passaporte norte-americano, temporariamente refugiada numa ilha ao sul do mundo. Me chamaram de Maya porque minha Nini é fascinada pela Índia e não ocorreu outro nome a meus pais, mesmo tendo tido nove meses para pensar. Em hindi, maya significa “feitiço, ilusão, sonho”. Nada a ver com o meu temperamento. Átila me cairia melhor, porque onde boto os pés não nasce mais pasto."
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