O CONCEITO DE CRÍTICA DE ARTE NO ROMANTISMO ALEMÃO
- Autor(a): WALTER BENJAMIN
- Editora: Iluminuras
R$ 69,00
FORMAS DE PAGAMENTO
Pix
1 x sem juros de R$ 69,00 no Pix
Cartão de Credito
1 x sem juros de R$ 69,00 no Cartão de Credito
Boleto
1 x sem juros de R$ 69,00 no Boleto
AUTOR: WALTER BENJAMIN
TRADUÇÃO: MÁRCIO SELIGMANN-SILVA
ANO DE EDIÇÃO: 2000
ISBN: 9788585219604
PÁGINAS: 144
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 14 X 21
PESO: 187G
TRADUÇÃO: MÁRCIO SELIGMANN-SILVA
ANO DE EDIÇÃO: 2000
ISBN: 9788585219604
PÁGINAS: 144
ENCADERNAÇÃO: BROCHURA
FORMATO: 14 X 21
PESO: 187G
Walter Benjamin, um dos principais filósofos e críticos do último século, nos privilegia com a instigante e original análise filosófica a respeito da primeira fase do romantismo alemão, um dos períodos mais importante da história da literatura ocidental e determinante na constituição de reflexões e formulações de conceitos posteriores do autor.ressente dos limites impostos por essas condições de produção. Os leitores acostumados à prosa poética de Benjamin poderão ficar surpresos diante deste texto acadêmico e rebuscado; mas, se persistirem na leitura, descobrirão, como num instigante jogo de esconde-esconde, não só uma análise filosófica do primeiro Romantismo alemão, inovadora para a época, mas também alguns dos temas e dos conceitos prediletos de sua reflexão posterior. Com efeito, as afinidades entre Benjamin e os românticos são muitas; podem ser reagrupadas segundo dois eixos principais: primeiro, uma filosofia da linguagem que repousa sobre uma concepção não instrumental da linguagem e sobre uma teoria soteriológica da crítica e da tradução; segundo, uma filosofia da história que busca uma relação não meramente causal, mas de intensidade entre a verdade de uma obra e sua inserção histórica, no horizonte mais amplo de um “messianismo romântico” que deseja pensar, ao mesmo tempo, religião e revolução. Este último momento, tão essencial para o futuro Benjamin, só aparece nas entrelinhas desta obra, numa ascese certamente imposta pelo gênero “tese de doutorado”, mas também autoescolhida por um autor desde sempre avesso a especulações apressadas e generalizadoras.Em compensação, os estudiosos da filosofia da linguagem e da arte encontrarão aqui a exposição detalhada de vários conceitos-chave, comuns ao Romantismo e à filosofia benjaminiana: Prosa e Poesia, Tradução, Exposição, Ideia e Ideal, enfim, Crítica. Uma leitura atenta não deixará de notar também as diferenças entre ambos os pensamentos, notadamente no que diz respeito ao conceito central de crítica. Comentando Friedrich Schlegel, Benjamin afirma que esta não é “julgamento, mas antes, por um lado, acab
TEMPORADA NO INFERNO
TEMPORADA NO FUTURO
TEMPORADA CONTRA TIRANIA